Pharaoh — Graveyard of Empires letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Graveyard of Empires" de Pharaoh.
Letra
Waning strength feels always more eminent
To those it fails
The mighty, still falling, so muster their armies
And set the sails
In the burning twilight glow
Can’t you see your sun goes down for you?
Look with pity on people less powerful
See them cowered in fear
Say you’ve come to redeem them, but still they don’t know
Just why you’re here
In the empty starless black
Don’t you know your sun is never coming back
The graveyard of empires is calling you
Calling you, it’s calling you
It’s calling you to conquer
The graveyard of empires is calling you
But will you live to see it through?
Over mountains,
Over deserts and over the fields
Crossed the oceans
Crossed the heavens and still no one yields to you
Days and months and years turn to decades
What power you had left is rapidly fading
Alive in the tomb are you laid
«Save us! Save us!
The savage betrayed us!
Save us! Save us!
We’re too great to die,» you pray
For the red of the day
Topple mountains
Clear the deserts
Burn the fields
They still won’t bow to you
Grab your chest, and clutch at the gaping wound
Your bloody shame
Your body will rot with the others before you
It ends the same
At the blinding break of dawn
In the foreign sun you pass forever on The graveyard of empires is calling you
Calling you, it’s calling you
It’s calling you to conquer
The graveyard of empires is calling you
But no one lives to see it through
Tradução da letra
O enfraquecimento da força sente-se sempre mais eminente
Para aqueles que falha
Os poderosos, ainda a cair, por isso reúnam os seus exércitos.
E prepara as velas
No brilho do crepúsculo ardente
Não vês que o sol se põe para ti?
Olha com piedade para as pessoas menos poderosas
Vê-os encolhidos de medo
Diz que vieste redimi-los, mas eles ainda não sabem.
Só porque estás aqui
Num preto vazio e sem Estrelas
Não sabes que o teu sol Nunca Mais volta?
O Cemitério dos impérios chama-te
A chamar-te, a chamar-te
Está a chamar-te para conquistar
O Cemitério dos impérios chama-te
Mas viverá para o levar até ao fim?
Sobre as montanhas,
Sobre os desertos e sobre os campos
Cruzou os oceanos
Cruzou os céus e ainda ninguém se rende a ti
Dias e meses e anos transformam-se em décadas
O poder que te resta está a desvanecer-se rapidamente.
Vivo no túmulo você está deitado
"Salva-nos! Salva-nos!
O selvagem traiu-nos!
Salva-nos! Salva-nos!
Somos grandes demais para morrer," Rezas
Pelo vermelho do dia
Montanhas ondulantes
Limpar os desertos
Queimar os campos
Eles ainda não se curvarão perante ti.
Agarra o teu peito e agarra-te à ferida aberta.
Que vergonha!
O teu corpo apodrecerá com os outros antes de TI.
Acaba da mesma maneira.
Ao amanhecer ofuscante
No sol estrangeiro que passas para sempre no Cemitério dos impérios chama-te
A chamar-te, a chamar-te
Está a chamar-te para conquistar
O Cemitério dos impérios chama-te
Mas ninguém vive para o levar até ao fim.