Peter Murphy — Crystal Wrists letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Crystal Wrists" de Peter Murphy.
Letra
I can’t see the light. I’m thrown in disgust
They speak of feats… the housed forever
A howling wind changed my course
It blew me out of bounds so sore
All the walls, all the walls that bound me Descending bleak and put upon
I chew my cheeks to wake up from
The vase grows bigger to my eyes
These eyes that snigger and despise
The wall grows taller up to doom
Shoes in my room, thrown in disgust
At how I fall to my worst
Of course you say you don’t understand
Your words, your fiction, your crooked hands
But clearly now, I tell you man
That all I say Is all I can
For I am nothing but my sin
Until I learn to caste them in While young girls fangs and crystal wrists
Wait patiently for me to twist
I look away to distant rains
To water falls and honey days
And boys in black and blue rinse eyes
Gaze whistly at my slender thighs
I twist a shade to my right
And spit at beelzebub on sight
And go on loving all I see
For here I live on patiently
Clearly now, I tell you man
That all I say Is all I can
For I am nothing but my sin
Until I learn to caste them in
Tradução da letra
Não consigo ver a luz. Estou enojado.
Eles falam de feitos ... os abrigados para sempre
Um vento uivante mudou o meu rumo
Deixou-me fora dos limites tão dorido
Todas as paredes, todas as paredes que me amarravam a descer desolador e me colocavam
Eu mastigo as minhas bochechas para acordar
A jarra cresce para os meus olhos
Estes olhos que sorrisam e desprezam
A parede cresce até ao fim
Sapatos no meu quarto, enojados
Em como Caio no meu pior
Claro que dizes que não entendes.
As tuas palavras, a tua ficção, as tuas mãos tortas
Mas agora, claramente, digo-te, meu.
Que tudo o que digo É tudo o que posso
Pois não sou mais do que o meu pecado
Até aprender a castrá-los enquanto as meninas presas e pulsos de cristal
Espera pacientemente por mim para torcer
Desviei o olhar para as chuvas distantes
Às quedas de água e dias de mel
E os rapazes de olhos pretos e azuis enxaguam
Olhar assobiando nas minhas coxas delgadas
Eu torço uma sombra para a minha direita
E cuspir no Belzebu à vista
E continua a amar tudo o que vejo
Pois aqui vivo pacientemente
Claramente agora, digo-te, meu.
Que tudo o que digo É tudo o que posso
Pois não sou mais do que o meu pecado
Até aprender a castrá-los