Peter Gabriel — Come Talk To Me letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Come Talk To Me" de Peter Gabriel.

Letra

The wretched desert takes its form
The jackal proud and tight
In search of you I feel my way
Through slowest heaving night
Whatever fear invents
I swear it makes no sense
I reach out through the border fence
Come down, come talk to me
In the swirling curling storm of desire
Unuttered words hold fast
With reptile tongue, the lightning lashes
Towers built to last
Darkness creeps in like a thief
And offers no relief
Why are you shaking like a leaf?
Come on, come talk to me
Oh please talk to me
Won’t you please talk to me
We can unlock this misery
Come on, come talk to me
I did not come to steal
This all is so unreal
Can’t you show me how you feel?
Now come on, come talk to me
Come talk to me
Come talk to me
The earthly power sucks shadowed milk
From sleepy tears undone
From nippled skin as smooth as silk
The bugles blow as one
You lie there with your eyes half closed
Like there’s no-one there at all
There’s a tension pulling on your face
Come on, come talk to me
Won’t you please talk to me?
If you’d just talk to me
Unblock this misery
If you’d only talk to me
Don’t you ever change your mind
Now your future’s so defined
And you act so deaf, so blind
Come on, come talk to me
Come talk to me
Come talk to me
I can imagine the moment
Breaking out through the silence
All the things that we both might say
And the heart, it will not be denied
'Til we’re both on the same damn side
All the barriers blown away
I said please talk to me
Won’t you please come talk to me?
Just like it used to be
Come on, come talk to me
I did not come to steal
This all is so unreal
Can you show me how you feel?
Now come on, come talk to me
Come talk to me
Come talk to me

Tradução da letra

O deserto miserável toma a sua forma
O chacal orgulhoso e apertado
Em busca de TI sinto o meu caminho
Através da noite mais lenta
Qualquer que seja o medo que invente
Juro que não faz sentido.
Vou pela vedação da fronteira.
Desce, vem falar comigo.
Na ondulante tempestade de desejo
As palavras não filtradas mantêm-se firmes
Com língua de réptil, os relâmpagos pestanejam
Torres construídas para durar
A escuridão entra como um ladrão
E não oferece alívio
Porque estás a tremer como uma folha?
Vá lá, fala comigo.
Por favor, fala comigo.
Por favor, fale comigo.
Podemos desbloquear esta miséria
Vá lá, fala comigo.
Eu não vim roubar
Tudo isto é tão irreal
Não me podes mostrar como te sentes?
Vá lá, fala comigo.
Vem falar comigo.
Vem falar comigo.
O poder terreno suga Leite sombra
De lágrimas adormecidas
De pele amassada como seda
Os bugles sopram como um só
Deitas-te com os olhos meio fechados
Como se não houvesse ninguém lá.
Há uma tensão a puxar - te a cara
Vá lá, fala comigo.
Podes falar comigo, por favor?
Se pudesses falar comigo
Desbloqueia esta miséria
Se ao menos falasses comigo
Nunca mudes de ideias
Agora o teu futuro está tão definido
E tu ages tão surdo, tão cego
Vá lá, fala comigo.
Vem falar comigo.
Vem falar comigo.
Posso imaginar o momento
Fugindo através do silêncio
Todas as coisas que ambos podemos dizer
E o coração, não será negado
Até estarmos ambos do mesmo lado
Todas as barreiras desapareceram
Eu disse, Por favor, fala comigo.
Podes vir falar comigo, por favor?
Tal como costumava ser
Vá lá, fala comigo.
Eu não vim roubar
Tudo isto é tão irreal
Podes mostrar-me como te sentes?
Vá lá, fala comigo.
Vem falar comigo.
Vem falar comigo.