Pepe Aguilar — La Mulita Prieta letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "La Mulita Prieta" de Pepe Aguilar.
Letra
Yo siempre habia presumido
De ser un buen caporal
Porque domé a yeguas brutas a campo abierto y en el corral
Pero una mulita prieta que no se de donde salio
Vino a acabar con mi fama porque lazarse no se dejó
La segui una semana
La segui todo el mes
Le tire una mangana una y otra y otra vez
La segui por las lomas
Por los llanos también
Puse trampa en las ramas que burlo con su desdén
Yo siempre habia presumido
Malaya la presunción
Malaya la prieta mula que enunció los versos de mi canción
Solo me queda un consuelo
Un consuelo tengo yo
Ya no lazar esa mula también mi reata no se gasto
La segui una semana
La segui todo el mes
Le tire una mangana una y otra y otra vez
La segui por las lomas
Por los llanos también
Puse trampa en las ramas que burlo con su desdén
Yo siempre habia presumido
De ser un buen caporal
Porque domé yeguas brutas a campo abierto y en el corral
Pero una mulita prieta que no se de donde salio
Vino a acabar con mi fama porque lazarse no se dejó
La segui una semana
La segui todo el mes
Le tire una mangana una y otra y otra vez
La segui por las lomas
Por los llanos también
Puse trampa en las ramas que burlo con su desdén
Tradução da letra
Eu sempre me gabei
De ser um bom caporal
Porque domei éguas brutas para o campo aberto e no curral
Mas uma mulita prieta que não sei de onde saiu
Veio acabar com a minha fama porque o Lazar se não se deixou
Segui a uma semana
Segui a o mês todo
Atirei lhe uma mangana uma e outra e outra vez
Segui a pelas colinas
Pelas planícies também
Eu traí os galhos que ele zombou com seu desdém
Eu sempre me gabei
Malaya a presunção
Malaia a prieta mula que enunciou os versos da minha canção
Só me resta um consolo
Um consolo tenho eu
Já não laçar essa mula também a minha reata não se gasta
Segui a uma semana
Segui a o mês todo
Atirei lhe uma mangana uma e outra e outra vez
Segui a pelas colinas
Pelas planícies também
Eu traí os galhos que ele zombou com seu desdém
Eu sempre me gabei
De ser um bom caporal
Porque domé éguas brutas em campo aberto e no curral
Mas uma mulita prieta que não sei de onde saiu
Veio acabar com a minha fama porque o Lazar se não se deixou
Segui a uma semana
Segui a o mês todo
Atirei lhe uma mangana uma e outra e outra vez
Segui a pelas colinas
Pelas planícies também
Eu traí os galhos que ele zombou com seu desdém