Pato Machete — Plata o Plomo (feat. Eugenia León) letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Plata o Plomo (feat. Eugenia León)" de Pato Machete.
Letra
Plata o plomo, gloria y patria
Hombro y lomo por ignorancia
Re, re, re
Recuerdo aquel tiempo, incluso el momento
Se escuchaba el mambo dentro del radio de abuelo
Y el firmamento brillaba eterno
Sería la inocencia, la impaciencia o sentimiento
Fieles caballeros, distinguidas damas
Bandas de palabras, abiertas moradas
Ideas ventiladas, estrechas miradas
Guardias y veladas de la nada armadas
Sí que era distinto, pintaba a un pinto
Instancias y ahínco grande, el culto extinto
Sí, es que era lindo fluya ese limbo
Un horizonte limpio dialogo acuerdo y jugo
Secaron las flores pero aunque hay rocío
A unos mios propio de que nos han sido
Calma y quietud para saltar al vacío
Tanta fortaleza si se atravesaba un lío
Plata o plomo, gloria y patria
Hombro y lomo por ignorancia
Cuando se apreciaba y fomentaba realidad
Cuando la mentira era opacada por verdad
Tenía sentido cívico una sociedad
Cuando diferencia resultaba afinidad
Cuando retumbaba del el salon el son
Cuando se alimentaba la emoción
Cuando los puños eran protección
Cuando era sincera la afición
Si que eran claras esas las caras
Espanta y a las regular malas
Sinceras ganas subidas sanas
Bajadas planas, tupidas ramas
Plata o plomo, gloria y patria
Hombro y lomo por ignorancia
Cuando el esfuerzo resultaba travieso
Cuando el verso resultaba intenso
Cuando la pasión resultaba en porción
Cuando travisio era educacion
Identidad víctima de una aristocracia
Estado fallido pintado de democracia
Necesidad impuesta debajo de elegancia
Siempre es aire es lo que antes fuera fragancia
Plata o plomo, gloria y patria
Hombro y lomo por ignorancia
Tradução da letra
Prata ou chumbo, glória e pátria
Ombro e lombo por ignorância
Re, re, re
Lembro-me daquele tempo, até do momento
O mambo era ouvido dentro do rádio do avô
E o firmamento brilhava eterno
Seria inocência, impaciência ou sentimento
Senhores fiéis, senhoras ilustres
Bandas de palavras, abertas roxas
Idéias ventiladas, olhares estreitos
Guardas e noites do nada armadas
Sim, era diferente, pintava um pinto
Instâncias e grande afinco, o culto extinto
Sim, é que era bonito flua esse limbo
Um horizonte limpo dialogo acordo e suco
Eles secaram as flores mas embora haja orvalho
A uns meus próprios de que nos foram
Calma e quietude para saltar para o vazio
Tanta força se se passasse por uma confusão
Prata ou chumbo, glória e pátria
Ombro e lombo por ignorância
Quando se apreciava e fomentava Realidade
Quando a mentira era ofuscada pela verdade
Fazia sentido cívico uma sociedade
Quando diferença resultava afinidade
Quando ele cantava do El salon o son
Quando a emoção foi alimentada
Quando os punhos eram proteção
Quando eu era sincero o hobby
Sim que eram claras essas as caras
Espanta e às regular más
Sinceras ganhas subidas sãs
Baixos planos, ramos espessos
Prata ou chumbo, glória e pátria
Ombro e lombo por ignorância
Quando o esforço era impertinente
Quando o verso era intenso
Quando a paixão resultou em porção
Quando travisio era educação
Identidade vítima de uma aristocracia
Estado falido pintado de democracia
Necessidade imposta sob a elegância
É sempre ar é o que antes era fragrância
Prata ou chumbo, glória e pátria
Ombro e lombo por ignorância