Pato Machete — Noches letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Noches" de Pato Machete.

Letra

Cuando el sereno llega y la luna se eleva
Esta garganta grita de amortigua la pena reina
No hagas caso es que el rio agua lleva y bajando los cerros
En cientos van las docenas.
Cuando el corcho se libera
Cuando termina su espera asiendo la mía,
Será gota sobre acera
Silabas y vocales para el ánimo que prospera
Hielos y cristales roncos y rónchela
Son pasear de tardes de miércoles y martes
La cabeza agita cuando la cacha arde,
El día que muera espero tragos al aire,
Aun demonio y un ángel y la gente de mi sangre
Cuando es insoteclante brindare por el instante
Tal vez de una de Rubén y alguna de infante
Gracias de amor para los que han de seguir adelante
Sin pensar el camino y caminante.
Noches y noches de ayer
Fiel eterna su mirada luna sobre usted
Y la tierra como almohada
Noches y noches de ayer noches y noches de ayer.
Y es que es suave el sabor
Mesclado sobre el olor el espíritu en vapor
Labios sobre el licor son
Pos bocanadas palabras y miradas noches
De mañanas de ese gran ejido
Y es que la suave el dolor tormento en corazón
Es el mismo en color una duda y razón sendas y andadas
Frías y heladas propias regaladas raíces y hadas.
(Noches y noches de ayer fiel eterna su mirada luna sobre usted y la tierra
como almohada) x2 (noches y noches de ayer noches y noches de ayer) x5.
Viva el día y vivan esas musas mías
Vivan las noches las tardes los días
Viva esa raza en todas las esquinas
Viva este encuentro y viva las partidas
Vive el buen Pedro y sus baches cedros
Más magia que existe entre sus cerros
En cada paso horizontes hechos en cada frase y ruidos del techo.
(Noches y noches de ayer fiel eterna su mirada luna sobre usted y la tierra
como almohada) x3
(Noches y noches de ayer noches y noches de ayer) x7

Tradução da letra

Quando o sereno chega e a lua sobe
Esta garganta grita de amortece a pena reina
Não se preocupe é que o rio água leva e descendo as colinas
Em centenas vão as dúzias.
Quando a cortiça é liberada
Quando a sua espera termina eu apanho a minha,
Vai cair no passeio
Silabas e vogais para o espírito que prospera
Gelo e cristais rouco e rumina
São passeios de tardes de quarta e terça feira
A cabeça agita quando a cacha queima,
No dia em que morrer espero bebidas no ar,
Até um demónio e um anjo e as pessoas do meu sangue
Quando é insoteclante brindarei ao instante
Talvez de uma de Ruben e uma de infante
Obrigado de amor para aqueles que devem seguir em frente
Sem pensar o caminho e caminhante.
Noites e noites de ontem
Fiel eterna seu olhar lua sobre você
E a terra como travesseiro
Noites e noites de ontem noites e noites de ontem.
E é que é suave o sabor
Mesclado sobre o cheiro o espírito em vapor
Lábios sobre o licor são
Pos Puffs palavras e olhares noites
De manhã daquele grande ejido
E é que a dor suave tormento no coração
É a mesma cor uma dúvida e razão caminhos e caminhos
Frio e geada próprias regadas raízes e fadas.
(Noites e noites de ontem fiel eterna seu olhar lua sobre você e a terra
como travesseiro) x2 (noites e noites de ontem noites e noites de ontem) x5.
Viva o dia e vivam essas minhas musas
Vivam as noites, as tardes, os dias
Viva essa raça em todos os cantos
Viva este encontro e viva as partidas
Viva o bom Pedro e seus buracos cedros
Mais magia que existe entre suas colinas
Em cada passo horizontes feitos em cada frase e ruídos do teto.
(Noites e noites de ontem fiel eterna seu olhar lua sobre você e a terra
como travesseiro) x3
(Noites e noites de ontem noites e noites de ontem) x7