Pastora — Fruta Madura letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Fruta Madura" de Pastora.
Letra
Ya me ves, debajo de un árbol,
ya me ves, sin nada que hacer,
me miró la realidad con tanta fruta que morder.
Ya me ves, otra vez palpitando,
ya me ves, volviendo a vibrar,
no hay manera de adivinar si el puto Murphy va a joder.
Ya me ves, con las ganas otra vez de volver a sentir de más, notar que estás
aquí.
Ya me ves, otra vez degustando
ese plato adornando mi mesa; aprendí a cocinar diferente,
aprendí una nueva receta.
Ya me ves, otra vez deseando
que me sobren razones de más,
que no vuelva a sentir que despacio
es sinónimo de descuidar.
Ya me ves, a la sombra del árbol,
no sabiendo muy bien de qué voy,
si la fruta cuando madura es cuando tiene más sabor.
Ya me ves, esperando el milagro,
¿no lo ves? Que no pienso de más.
Si es de día, de noche, da igual,
qué gusto da desertar.
Ya me ves, con las ganas otra vez de volver a sentir de más, notar que estás
aquí.
Ya me ves, otra vez degustando
ese plato adornando mi mesa; aprendí a cocinar diferente,
aprendí una nueva receta.
Ya me ves, otra vez deseando
que me sobren razones de más,
que no vuelva a sentir que despacio
es sinónimo de desviar.
Y quisiera entender que no duele después si calculé fatal,
y es que puedo notar lo brutal de nuevo.
Y si puedo mirar, también quiero tocar,
me lo monté fatal,
se me hace raro esperar.
Ya me ves, otra vez degustando
ese plato adornando mi mesa; aprendí a cocinar diferente,
aprendí una nueva receta.
Ya me ves, otra vez deseando
que me sobren razones de más,
que no vuelva a sentir que despacio
es sinónimo de descuidar.
(Gracias a Ana por esta letra)
Tradução da letra
Estás a ver-me debaixo de uma árvore,
estás a ver-me, sem nada para fazer,
ele olhou para mim a realidade com tanta fruta para morder.
Estás a ver-me outra vez a palpitar,
estás a ver-me a vibrar de novo,
não há como adivinhar se o Murphy vai foder.
Estás a ver-me, com a vontade de voltar a sentir-me mais, a perceber que estás
aqui.
Estás a ver-me outra vez a provar
esse prato adornando minha mesa; eu aprendi a cozinhar diferente,
aprendi uma nova receita.
Vês - me outra vez, a desejar
que me sobrem razões de mais,
que não volte a sentir que devagar
é sinônimo de negligência.
Estás a ver-me, à sombra da árvore,
não sabendo muito bem do que vou,
se a fruta quando amadurece é quando tem mais sabor.
Estás a ver-me, à espera do milagre,
não vês? Que não penso demais.
Se é de dia, de noite, não importa,
é um prazer desertar.
Estás a ver-me, com a vontade de voltar a sentir-me mais, a perceber que estás
aqui.
Estás a ver-me outra vez a provar
esse prato adornando minha mesa; eu aprendi a cozinhar diferente,
aprendi uma nova receita.
Vês - me outra vez, a desejar
que me sobrem razões de mais,
que não volte a sentir que devagar
é sinônimo de desviar.
E eu gostaria de entender que não dói depois se eu calculei fatal,
e é que eu posso notar o brutal novamente.
E se eu puder olhar, também quero tocar,
foi horrível,
é estranho esperar.
Estás a ver-me outra vez a provar
esse prato adornando minha mesa; eu aprendi a cozinhar diferente,
aprendi uma nova receita.
Vês - me outra vez, a desejar
que me sobrem razões de mais,
que não volte a sentir que devagar
é sinônimo de negligência.
(Graças a Ana por esta letra)