Pastora Soler — Por las mañanitas letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Por las mañanitas" de Pastora Soler.
Letra
tu me dijiste que no me querias
con el silencio de una noche fría
cayeron mis dos alas
bajo la lluvia rotas y mojadas
las que un día alzaron el vuelo
por tu amor
sigo esperando al borde de tu olvido
entre promesas y algun sueño herido
sigo esperando a la deriva
a que le azar me vuelva me vuelva a la vida
desojando margaritas como una estupida que quiere amar
como llora el corazon como duele aquel adios
voy muriendo sola entre la luna
y el deseo y el dolor.
y ahora por las mañanitas me busco entre el aroma
fresco de tu risa a la orilla del mar
dime cual es el camino por donde van
las niñas que les duele el alma
dime si no te tengo por que no te olvido
hoy lloro lagrimas de sal
tu me dijistesque que no me querias
desde pequeña con mi cobardia
abandonada entre la nada en el altar de las enamoradas
aun añoro esas caricias
las que encendieron fuegos de pasion
como llora el corazon
como duele aquel adios
voy muriendo sola entre la luna
entre el deseo y el dolor.
(estribillo)
solo quiero calma… calma
(estribillo)
Tradução da letra
disseste que não me amavas
com o silêncio de uma noite fria
as minhas duas asas caíram
na chuva rasgada e molhada
as que um dia levantaram o voo
pelo teu amor
ainda estou à espera do teu esquecimento
entre promessas e algum sonho ferido
continuo à espera à deriva
a que o azar me volte me volte à vida
desojando margaritas como uma estúpida que quer amar
como chora o coração como dói aquele adeus
vou morrer sozinha entre a lua
e o desejo e a dor.
e agora de manhã procuro me entre o aroma
legal do seu riso à beira-mar
diga-me qual é o caminho por onde vão
as meninas que dói a alma
diz me se não te tenho porque não te esqueço
hoje choro lágrimas de sal
disseste me que não me amavas
desde pequena com a minha cobardia
abandonada entre o nada no altar das apaixonadas
ainda anseio por essas carícias
as que acenderam fogos de paixão
como o coração chora
como dói aquele adeus
vou morrer sozinha entre a lua
entre o desejo e a dor.
(refrão)
só quero calma calma calma
(refrão)