Paris Violence — Les dieux s'ennuient letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Les dieux s'ennuient" de Paris Violence.

Letra

Amis, que le festin commence
Une jeune et fraîche naïade
Dans l’immense plat de faïence
Gît sur un doux lit de salade
Que vos longs couteaux d’argent fin
Tranchent la chair encore vivante
Tirant d’un sommeil enfantin
Notre demoiselle indolente
Et puis plongez àpleines mains
Dans les entrailles fumantes
Que la mort nous enivre, absinthe parfumée
Que le Diable nous livre ses plus beaux secrets
Passons àprésent au fumoir
Et affalons nos corps débiles
Sur des canapés Modern Style
Tendus de velours vert et noir
Prenons ces pipes allongées
Gravées d’obscénités étranges
Et comme sur les bords du Gange
Que tombe un brouillard parfumé
Dont les corolles opiacées
Fassent de délicates franges
Que la mort nous enivre, absinthe parfumée
Que le Diable nous livre ses plus beaux secrets
Plongeons enfin sans coup férir
Mornes rêveurs, pantins fantoches
Dans le Léthéd'âpres débauches
Oùpourront nos vieux nerfs pourrir
Buvons les beautés corrompues
D’anges aux charmes équivoques
Rebuts malades d’une époque
Oùle fard coule sur le pus
Et puis affaissons-nous, repus
Dans nos élégantes défroques

Tradução da letra

Amigos, que comece a festa
Uma jovem e fresca Naiade
No enorme prato de earthenware
Deitado numa cama de salada doce
Deixa as tuas Facas Longas De Prata Fina
Cortar a carne ainda viva
Tirando de um sono infantil
Nossa jovem indolente
E depois mergulha com as mãos cheias
Nas entranhas fumegantes
Que a morte nos deixe intoxicados e perfumados absinto
Que o diabo nos dê os seus mais belos segredos.
Vamos apresentar-nos no smokehouse.
E vamos esfolar os nossos corpos burros
Em sofás estilo moderno
Estiramento de veludo verde e preto
Vamos levar estes tubos alongados.
Gravado com estranhas obscenidades
E como nas bordas do Ganges
O que cai num nevoeiro perfumado
Dos quais Corollas de opiáceos
Fazer franjas delicadas
Que a morte nos deixe intoxicados e perfumados absinto
Que o diabo nos dê os seus mais belos segredos.
Vamos finalmente mergulhar sem um estrondo
Sonhadores, Marionetas
Na boca da amarga deboche
Onde os nossos velhos nervos apodrecerão
Vamos beber as belezas corrompidas
De anjos com encantos equívocos
Restos doentes de uma época
Onde o rubor flui na pus
E depois caímos, repus.
Nas nossas elegantes atrocidades