Paris Violence — Amertume letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Amertume" de Paris Violence.

Letra

L’orage s’est calmésur la banlieue déserte
Dont les trottoirs miroitent sous le crépuscule
Tous les rades sont fermés, mais la chasse est ouverte
Pour calmer cette déprime qui te brûle
Tu sais déjàd'avance que tu trouveras rien
Dans ces avenues vides bordées de pavillons
Aucun film sympa, ni gonzesses, ni copains
Que quelques sales connards qui cherchent la baston
Coup de flip du dimanche soir
Seul dans la rue tu broies du noir
Toujours la même amertume
Toujours le même cafard
Cette impression que tout flanche
Que l’angoisse prend sa revanche
A longueur de journées sombres
Et de nuits blanches
Des océans d’ennui, de souvenirs moroses
Requiem de grisaille dans la solitude
D’un côtéy'a ta vie, de l’autre pas grand’chose
La haine peut àpeu s’est faite lassitude
Et toi qui as jamais ri, toi qui as jamais souri
Saturédes mornes plaisirs périphériques
Les seuls que t’offre cette saloperie de vie
Tu écoutes au loin passer les sirènes des flics
De retour dans ta piaule, bunker mal éclairé
Tu relis l'Île Noire et l’Affaire Tournesol
Avec ton Perry bleu et ta houppe bien dressée
T’essaies de lui ressembler mais c’est déjàmoins drôle
Des déserts de fatigue le long des quais de Seine
Tant de béton arméet tant de regards tristes
Soupirs des profondeurs, perdus dans tes migraines
Du fin fond de l’abîme, sans cesse ils insistent

Tradução da letra

A tempestade acalmou o subúrbio deserto.
Cujas calçadas brilham ao anoitecer
Todos os rades estão fechados, mas a caçada está aberta.
Para acalmar esta depressão que te queima
Você já sabe antecipadamente que você não vai encontrar nada
Nestas avenidas vazias revestidas de pavilhões
Sem Filmes fixes, sem miúdas, sem namorados
Apenas alguns idiotas Sujos à procura do pau
Sunday night flip shot
Sozinho na rua você moer preto
Sempre a mesma amargura
Sempre a mesma barata
Esta impressão de que qualquer flácido
Deixa a angústia vingar-se
Longos dias escuros
E noites sem dormir
Oceanos de tédio, memórias sombrias
Requiem de grayness in solitude
De um lado da tua vida, do outro não muito.
O ódio pode não ter se cansado
E tu que nunca te riste, tu que nunca sorriste
Prazeres periféricos escuros saturados
Os únicos que esta imundice da vida te oferece
Estás a ouvir à distância as sirenes da polícia.
Volta para tua casa, bunker mal iluminado.
Você releu a ilha negra e o caso Girassol
Com o teu Perry azul e o teu puff bem preparado
Tentas parecer-te com ele, mas já é menos engraçado.
Desertos de fadiga ao longo das margens do Sena
Tanto cimento reforçado e tantos olhares tristes
Suspiros das profundezas, perdidos nas tuas enxaquecas
Do fundo do abismo, insistem constantemente