Paris Combo — Istanbul letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Istanbul" de Paris Combo.
Letra
C’est dans le port d’Istanbul
Bercé par l’ivresse
Et les plis de la houle
Qu’un homme est en liesse
Tout au fond d’un canot
Il déguste et sirote
Des liqueurs au tonneau
Car de tous les plaisirs
De cette terre
Il a goûté ô souvenir amer des saveurs d’une vie bourlinguée
Et dans le port d’Istanbul
A l’heure où les mosquées
Adressent à la foule
Leurs prières, simultanément
Tous les chalands
De leurs poumons d’acier
Entonnent le chant
Le chant du départ
Le gros bourdon
Du désespoir
De tous les marins qui ne partiront pas ce soir
C’est la bourlingue, des vieilles carlingues
Celles qui sont usées, d’avoir de tout abusé
C’est la bourlingue, des vieilles carlingues
Celles qui sont usées d’avoir été médusées
Et dans le port d’Istanbul
Comme les coques d’acier
Sont bouffées par la rouille
L'âme de l’homme est trouée
De souvenirs anciens
Qui, malgré lui, s’acharnent
A torturer son âme
Son âme de mataf
De mataf amer
Car l’avenir est maintenant
Derrière lui, il le sait, il ne repartira pas
C’est la bourlingue, des vieilles carlingues
Celles qui sont usées, d’avoir de tout abusé
C’est la bourlingue, des vieilles carlingues
Celles qui sont usées d’avoir été médusées
Tradução da letra
Fica no porto de Istambul
Abalada pela embriaguez
E as dobras da ondulação
Que um homem está em alegria
No fundo de uma canoa
Sabe e bebe
Licores
Por causa de todos os prazeres
Desta terra
Ele provou a amarga memória dos sabores de uma vida nobre.
E no porto de Istambul
Num momento em que as mesquitas
Endereço para a multidão
As suas orações, simultaneamente
Barcaças
Dos seus pulmões de aço
Entone singing
A canção de partida
O grande abelhão
Desespero
De todos os marinheiros que não partem esta noite
É o bourlingue, Velho carlingues
Aqueles que estão desgastados, para ter abusado de tudo
É o bourlingue, Velho carlingues
Aqueles que estão desgastados por terem sido gelatinosos
E no porto de Istambul
Como cascos de aço
Estão cheios de ferrugem
A alma do homem é perfurada
De memórias antigas
Que, apesar dele, são
Para torturar a sua alma
A sua alma de mataf
Por mataf amer
Pois o futuro é agora
Atrás dele, ele sabe, ele não vai sair
É o bourlingue, Velho carlingues
Aqueles que estão desgastados, para ter abusado de tudo
É o bourlingue, Velho carlingues
Aqueles que estão desgastados por terem sido gelatinosos