Paolo Meneguzzi — Quiero Ir a Vivir en el Campo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Quiero Ir a Vivir en el Campo" de Paolo Meneguzzi.

Letra

Yo quiero ir a vivir en el campo
Ah ah…
Quiero ese rocío que me empapa
Ah, ah…
Pero vivo en (la) ciudad, y ya no aguanto má
Ah, ah…
En este tráfico bestial
La soledad te asalta y te hunde más y más…
Mejor cambiar de latitud…
Quiero regresar a las montañas
Ah, ah…
Quiero labrar la tierra y hacer leña
Ah, ah…
Y sigo en la ciudad, entre esta multitud
Sin poder comunicarme
Y sin poder ni respirar, el cielo aquí nuncas es azul
(y yo no me diverto más)
En mi pueblo se baila, se baila, se baila
En esta noche un poco agitada de luna llena…
En mi pueblo hay fiesta, qué fiesta, qué fiesta
Todos en la plaza, asomados a la ventana
Es como un sueño aún, recuerdos de juventud…
Yo que he nacido en el campo
Ah, ah…
Recuerdo al abuelo Silvio y la vendemia, Ah, ah…
Y vivo en la ciudad, donde has nacido tú
Donde la niebla es general
Y la confusión te asalta y te hunde un poco más…
(y yo no me diverto más)
En mi pueblo se baila, se baila, se baila
En esta noche un poco agitada de luna llena…
En mi pueblo hay fiesta, qué fiesta, qué fiesta
Todos en la plaza, asomados a la ventana…
Recuerdos de mi pueblo
La iglesia, las casas, y la maestra cultivando siempre sus rosas…
Recuerdos de mi pueblo
El viejo autobús que arramcaba lento, resoplando cada tarde
Es como un sueño aún, recuerdos de juventud…
Y en mi pueblo se baila, se baila, se baila
En esta noche un poco agitada de luna llena…
Recuerdos de mi pueblo
Buena gente que respira amor
Y aquel estranque que cuando era niño parecía el mar…
Y en mi pueblo había fiesta, qué fiesta, buena fiesta
Se vive siempre como en una fiesta
Recuerdos de mi pueblo
Las bromas, el cartero, y el miedo que daban lo pobres Guardias Civiles…
Son como un sueño aún…

Tradução da letra

Eu quero ir viver no campo
Ah ah…
Quero aquele orvalho que me embebe
Ah, ah…
Mas eu moro na (a) cidade, e não aguento mais
Ah, ah…
Neste tráfego bestial
A solidão ataca você e afunda você cada vez mais…
Melhor mudar de latitude…
Quero voltar para as montanhas
Ah, ah…
Quero cultivar a terra e fazer lenha
Ah, ah…
E ainda estou na cidade, nesta multidão
Sem poder comunicar
E sem poder nem respirar, o céu aqui nuncas é azul
(e eu não me divirto mais)
No meu povo se dança, se dança, se dança
Esta noite um pouco agitada de lua cheia…
Na minha cidade há festa, que festa, que festa
Todos na Praça, olhando para a janela
É como um sonho ainda, Memórias da Juventude…
Eu que nasci no campo
Ah, ah…
Lembro-me do avô Silvio e da vendemia, Ah, ah…
E vivo na cidade, onde nasceste
Onde a névoa é geral
E a confusão te ataca e te afunda um pouco mais…
(e eu não me divirto mais)
No meu povo se dança, se dança, se dança
Esta noite um pouco agitada de lua cheia…
Na minha cidade há festa, que festa, que festa
Todos na Praça, olhando para a janela…
Memórias do meu povo
A Igreja, as casas, e a mestra cultivando sempre suas rosas…
Memórias do meu povo
O ônibus velho que arramcaba lento, bufando cada tarde
É como um sonho ainda, Memórias da Juventude…
E no meu povo se dança, se dança, se dança
Esta noite um pouco agitada de lua cheia…
Memórias do meu povo
Boas pessoas que respiram amor
E aquele estranque que quando era criança parecia o mar…
E na minha aldeia havia festa, que festa, boa festa
Vive se sempre como numa festa
Memórias do meu povo
As piadas, o carteiro, e o medo que davam os pobres guardas civis…
São como um sonho ainda…