Pain — Let Me Out letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Let Me Out" de Pain.

Letra

I cannot breathe suffocating slow
I need to come up for air
The monster’s in my head, they won’t leave me be
I told them thousand times, just stay away from me A constant battle within, a battle I can’t win
It triggers the fear of failure
Stereotype society you better think like others think
Remote control
Human disaster
World turns dead right before me I can’t hide in the past, I need to break away from me Life burns black, no sanctuary
I did my time so let me out
Like a broken record, it repeats itself
Like a wheel. and round and round and round it goes
It’s like we’re on a path, on a path to nowhere
Running out of time, running out of passion
Once created times, now a storm of nails
Razor sharp and it won’t stop yet
World turns dead right before me I can’t hide in the past, I need to break away from me Life burns black, no sanctuary
I did my time so let me out
Running out of ways to run, it’s a dead end street
Been taking all the turns… they all turn right back to me World turns dead right before me I can’t hide in the past, I need to break away from me Life burns black, no sanctuary
I did my time so let me out

Tradução da letra

Não consigo respirar sufocando lentamente
Preciso de subir para apanhar ar.
O monstro está na minha cabeça, não me deixam em paz.
Eu disse-lhes mil vezes, afasta-te de mim uma batalha constante dentro de mim, uma batalha que não posso vencer.
Desencadeia o medo do fracasso
Sociedade estereotipada é melhor pensares como os outros pensam
Telecomando
Desastre humano
O mundo morre diante de mim. não posso esconder-me no passado. preciso de me afastar da minha vida.
Cumpri a minha pena, por isso deixa-me sair.
Como um disco riscado, repete-se
Como uma roda. and round and round and round it goes
É como se estivéssemos num caminho, num caminho para lugar nenhum.
A ficar sem tempo, a ficar sem paixão
Uma vez criados os tempos, agora uma tempestade de Pregos
Afiada como uma navalha e não vai parar ainda.
O mundo morre diante de mim. não posso esconder-me no passado. preciso de me afastar da minha vida.
Cumpri a minha pena, por isso deixa-me sair.
A ficar sem formas de correr, é uma rua sem saída.
Tenho tido todas as voltas ... todas voltam para mim o mundo vira-se morto mesmo antes de mim não posso esconder-me no passado, preciso de me afastar da minha vida queima preto, nenhum Santuário
Cumpri a minha pena, por isso deixa-me sair.