Pablo Moro — Sirena Varada letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Sirena Varada" de Pablo Moro.
Letra
Tiene los dedos amarillos
Cansados de encender mil cigarrillos
Sin ganas de fumar
Y busca siempre en los bolsillos
Monedas de chocolate, veranos donde encallar
El nudo que hay en su garganta
Se aprieta cuando alguien le canta
La canción del verano
Y trata de meterle mano
A los chicos de las portadas
De sus discos de vinilo
Y dice siempre
Que el estilo no se pierde
Cuando se empieza a desnudar
Y baila como una sirena, varada en la arena
De la barra del bar
Sirena varada, flor de madrugada
Peces de colores en el paladar
Sirena de noche, reina de los coches
Que nunca van a casa, que haces naufragar
Sirena varada, viviendo encerrada
Dentro de una esfera de cristal
Sabe que tampoco para los listos
Como decían los Sex Pistols, hay un futuro
Por eso nadie la ha visto
Quejarse nunca de nada ni pedir un solo duro
Y ofrece siempre
De mano una sonrisa
Cuando se empieza a desnudar
Y besa sin prisa
Como una sirena que arrastra la condena
De no saber nadar
Javolsanc
Sirena varada, flor de madrugada…
Tradução da letra
Tem os dedos amarelos
Cansados de acender mil cigarros
Sem vontade de fumar
E procure sempre nos bolsos
Moedas de chocolate, verões onde encalhar
O nó na garganta dele
Aperta se quando alguém lhe canta
A canção do verão
E tenta apertar lhe a mão
Os miúdos das capas
Dos seus discos de vinil
E diz sempre
Que o estilo não é perdido
Quando você começa a despir
E dança como uma sereia, encalhada na areia
Do bar do bar
Sereia encalhada, flor da madrugada
Peixinho no palato
Sereia da noite, rainha dos carros
Que nunca vão para casa, que fazes naufragar
Sereia encalhada, vivendo trancada
Dentro de um mostrador de vidro
Sabe que não para os espertos
Como os Sex Pistols diziam, há um futuro
É por isso que ninguém a viu
Reclamar nunca de nada nem pedir um solo duro
E oferece sempre
De mão, um sorriso
Quando você começa a despir
E beija sem pressa
Como uma sereia que arrasta a condenação
De não saber nadar
Javolsanc
Sereia encalhada, flor da madrugada…