Pablo Moro — Albumes De Fotos letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Albumes De Fotos" de Pablo Moro.
Letra
Mi infancia son recuerdos de un patio de autobuses
De un colegio de curas donde aprendí
A morder las manzanas cuando estaban maduras
A escapar por la ventana de la clase de latín
Mi infancia son recuerdos de un oso de peluche
Amigo de Alcapone de Plastidecor
De Espinete, Playmovil, de mágicos estuches
De los rombos que anunciaban el amor
De las pajas furtivas, de las cajas de tizas
De veranos rellenos de gominola
De la bruja avería, del olor a maría
De la chica que me dijo, que no la dejara sola
Álbumes de fotos, sueños que se vuelven locos
Recuerdos con sabor a caramelo
Hoy subo al desván, buscando un lugar
Donde el tiempo al pasar, se pillara los dedos
Mi infancia son recuerdos de una bola del mundo
Que giraba para ver donde nací
Del Spectrum de los Goonies, de escondites nocturnos
De saber qué pasaría en el año 2000
Mi infancia son recuerdos de regalices rojos
De los cinco, de domingos gritando gol
De aprender del silencio, de besar con los ojos
De pensar si podría apagarse el sol
Del tabaco a javolsanc, de rodillas heridas
De gaviotas que cantaban Duncan Dhu
De un reloj sin agujas, de los cuentos de brujas
De querer crecer, como crecieras tú
Álbumes de fotos,…
Para quitar las telarañas de mis miedos
Para dejar de besarte en blanco y negro
Álbumes de fotos,…
Tradução da letra
Minha infância são memórias de um pátio de ônibus
De uma escola de curas onde aprendi
A morder as maçãs quando elas estavam maduras
A escapar pela janela da aula de latim
Minha infância são memórias de um ursinho de pelúcia
Amigo de Alcapone de Plastidecor
De Espinete, Playmovil, de mágicos Estojos
Dos losangos que anunciavam o amor
Das palhas furtivas, das Caixas de gizes
De verões cheios de gomas
Da bruxa avaria, do cheiro de Maria
Da rapariga que me disse para não a deixar sozinha
Álbuns de fotos, sonhos que enlouquecem
Lembranças com sabor a caramelo
Hoje subo ao sótão, procurando um lugar
Onde o tempo passar, você vai pegar os dedos
Minha infância são memórias de uma bola do mundo
Que girava para ver onde nasci
Do Spectrum dos Goonies, dos esconderijos noturnos
De saber o que aconteceria em 2000
Minha infância são lembranças de royalties vermelhos
Dos cinco, aos domingos a gritar golo
De aprender com o silêncio, de beijar com os olhos
De pensar se o sol poderia se apagar
Do tabaco para javolsanc, de joelhos feridos
De gaivotas que cantavam Duncan Dhu
De um relógio sem agulhas, dos contos de bruxas
De querer crescer, como você cresceria
Álbuns de fotografias,…
Para remover as teias de aranha dos meus medos
Para parar de te beijar em preto e branco
Álbuns de fotografias,…