Pablo Alboran — Un buen amor letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Un buen amor" de Pablo Alboran.

Letra

Qué curiosa situación,
unos se aman y otros no,
nadie te explica cómo hacer
cuando aparte de dos, hay otros dos.
Qué dulce sensación,
la de no mirar atrás,
porque lo vivido jamás será mejor
que lo que está por llegar.
Los celos son veneno, creéme,
pero yo te quiero y tú me quieres aún más, lo sé.
Qué díficil es deshacernos del ayer…
Y es que ya ves,
no hay medida en nuestra forma de querer,
me buscabas justo cuando te encontré.
Piensa bien,
vaya a ser que caiga rendido a tus pies
y no haya forma de retroceder…
Te voy a morder, me vas a morder,
para volvernos locos al amanecer.
Te voy a morder, me vas a morder,
para volvernos locos al amanecer.
Qué díficil aceptar
que el pasado vuelva a llamar.
Qué díficil mirar al futuro
cuando aún hay heridas que cerrar.
Y mi pena con tu pena, restarán,
pero nos queremos
como nadie se ha querido jamás.
Mira qué suerte
que nos hayamos encontrado al final.
Y es que ya ves,
no hay medida en nuestra forma de querer,
me buscabas justo cuando te encontré.
Piensa bien,
vaya a ser que caiga rendido a tus pies
y no haya forma de retroceder…
Te voy a morder, me vas a morder,
para volvernos locos al amanecer.
Te voy a morder, me vas a morder,
para volvernos locos al amanecer.
Quien quiere puede,
no caigamos otra vez.
Nosotros somos dueños
del amor que nos tenemos,
sólo es cuastión de ver
que el buen amor es quererse bien.
Y es que ya ves,
no hay medida en nuestra forma de querer,
me buscabas justo cuando te encontré.
Piensa bien,
vaya a ser que caiga rendido a tus pies
y no haya forma de retroceder…
Te voy a morder, me vas a morder,
para volvernos locos al amanecer.
Te voy a morder, me vas a morder,
para volvernos locos al amanecer.

Tradução da letra

Que situação curiosa,
uns se amam e outros não,
ninguém te explica como fazer
quando além de dois, há outros dois.
Que doce sensação,
não olhar para trás,
porque viver nunca será melhor
que o que está para vir.
O ciúme é veneno, acredite em mim,
mas eu amo-te e tu amas-me ainda mais, eu sei.
É difícil livrar-nos do ontem…
E tu vês,
não há medida em nossa maneira de querer,
estavas à minha procura quando te encontrei.
Pensa bem,
vai ser que caia rendido aos teus pés
e não há como voltar atrás…
Vou morder-Te, vais morder-me,
para enlouquecermos ao amanhecer.
Vou morder-Te, vais morder-me,
para enlouquecermos ao amanhecer.
Que difícil aceitar
que o passado volte a ligar.
É difícil olhar para o futuro
quando ainda há feridas para fechar.
E a minha pena com a tua pena, restam,
mas nós amamos nos
como nunca ninguém quis.
Olha que sorte
que nos tenhamos encontrado no final.
E tu vês,
não há medida em nossa maneira de querer,
estavas à minha procura quando te encontrei.
Pensa bem,
vai ser que caia rendido aos teus pés
e não há como voltar atrás…
Vou morder-Te, vais morder-me,
para enlouquecermos ao amanhecer.
Vou morder-Te, vais morder-me,
para enlouquecermos ao amanhecer.
Quem quiser pode,
não caiamos outra vez.
Nós somos donos
do amor que nos temos,
É só quase a ver
que o bom amor é amar-se bem.
E tu vês,
não há medida em nossa maneira de querer,
estavas à minha procura quando te encontrei.
Pensa bem,
vai ser que caia rendido aos teus pés
e não há como voltar atrás…
Vou morder-Te, vais morder-me,
para enlouquecermos ao amanhecer.
Vou morder-Te, vais morder-me,
para enlouquecermos ao amanhecer.