Overkill — Live Young, Die Free letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Live Young, Die Free" de Overkill.
Letra
The distant sound of mercy ringing in my eyes.
Far from the masses fades away.
Closed my eyes and waited for the pain to pass,
Recalled a little story heard today…
Yeah, I’m feeling trapped,
So locked away,
Caught in a downward spiral…
In, into the black,
I won’t be back,
Yeah I’ll be here a while…
Don’t need to see, your face.
Don’t need to hear a word you say,
Don’t need to know, your name,
Or why you’re here…
Shadows of the past appear in front of me.
Into the masses disappear.
The sound of silence ringing for a greater good,
To this point I can’t beleive my ears…
Yeah, coming unwrapped,
Starting to fray.
Walking the final mile…
In, into the black,
I won’t back,
Choose to be here a while…
Then I saw your face,
And I heard the words you said.
Then I recalled your name,
And why I’m here…
When I look into your eyes an' saw how much you cried,
An' I had a revelation.
The pain wouldn’t pass, the scars they would last,
Into God’s creation.
Blessed secrets holding me…
Then we all closed our eyes, an' laid down and sighed:
Live young die free!
A distant chime of mercy ringing one last time.
Into the masses turns to clay…
Molded into what is now, the greater good
To close the story yesterday…
Don’t need to see your face,
Don’t need to hear a word you say.
Don’t need to know your name,
Or why you’re here…
Then a child of a liar put his hands into the fire,
Called it discontention.
And a man with the word repeated what he heard,
Led to mass confusion.
Blessed secrets, agony…
Then the child closed his eyes and laid down and died.
Live young die free.
Tradução da letra
O som distante de misericórdia a tocar-me nos olhos.
Longe das massas desvanece-se.
Fechei os olhos e esperei que a dor passasse.,
Lembrei-me de uma pequena história ouvida hoje…
Sim, sinto-me encurralado.,
Tão fechado,
Preso numa espiral descendente…
Para dentro, para o preto,
Não voltarei.,
Sim, vou ficar aqui um bocado.…
Não precisas de ver a tua cara.
Não preciso de ouvir uma palavra do que dizes,
Não preciso de saber, o teu nome.,
Ou porque estás aqui…
Sombras do passado aparecem à minha frente.
Para as massas desaparecem.
O som do silêncio a tocar por um bem maior,
Até agora, não posso acreditar nos meus ouvidos.…
Sim, vou desembrulhar,
Estou a começar a zangar-me.
Caminhando a última milha…
Para dentro, para o preto,
Não vou voltar.,
Escolha ficar aqui um pouco.…
Depois vi a tua cara.,
E ouvi as palavras que disseste.
Depois lembrei-me do teu nome.,
E porque estou aqui…
Quando olho nos teus olhos e vejo o quanto choraste,
E tive uma revelação.
A dor não passava, as cicatrizes duravam.,
Para a criação de Deus.
Segredos abençoados que me prendem…
Então fechamos os olhos, e suspiramos e suspiramos:
Viver jovem, morrer livre!
Um toque distante de misericórdia a tocar uma última vez.
Em massa transforma-se em argila…
Moldado no que é agora, o bem maior
Para encerrar a história ontem…
Não precisas de ver a tua cara.,
Não preciso de ouvir uma palavra do que dizes.
Não preciso de saber o teu nome.,
Ou porque estás aqui…
Então um filho de um mentiroso colocou as mãos no fogo,
Chamava-lhe discontenção.
E um homem com a palavra repetiu o que ouviu,
Levou à confusão em massa.
Segredos abençoados, agonia…
Depois a criança fechou os olhos, deitou-se e morreu.
Viver jovem, morrer livre.