Osvaldo Pugliese — Fuimos letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Fuimos" de Osvaldo Pugliese.
Letra
Fui como una lluvia de cenizas y fatigas
En las horas resignadas de tu vida…
Gota de vinagre derramada
Fatalmente derramada sobre todas tus heridas
Fuiste por mi culpa golondrina entre la nieve;
Rosa marchitada por la nube que no llueve
Fuimos la esperanza que no llega, que no alcanza
Que no puede vislumbrar su tarde mansa
Fuimos el viajero que no implora, que no reza
Que no llora, que se echo a morir
Vete!!!
No comprendes que te estas matando.
No comprendes que te estoy llamando.
Vete!!!
No me beses que te estoy llorando
Y quisiera no llorarte mas.
No ves.
Es mejor que mi dolor
Quede tirado con tu amor
Librado de mi amor final
Vete.
No comprendes que te estoy salvando.
No comprendes que te estoy amando.
No me sigas. Ni me llames. Ni me beses.
Ni me llores. Ni me quieras mas.
Fuimos abrazados a la angustia de un presagio
Por la noche de un camino sin salidas
Palidos despojos de un naufragio
Sacudidos por las olas del amor y de la vida
Fuimos empujados en un viento desolado…
Sombras de una sombra que tornaba del pasado
Fuimos la esperanza que no llega, que no alcanza
Que no puede vislumbrar su tarde mansa
Fuimos el viajero que no implora, que no reza
Que no llora, que se echo a morir
Tradução da letra
Fui como uma chuva de cinzas e fadiga
Nas horas resignadas da tua vida…
Gota de vinagre derramada
Fatalmente derramado sobre todas as suas feridas
Foste por minha causa andorinha na neve;
Rosa murchada pela nuvem que não chove
Fomos a esperança que não chega, que não chega
Que não pode vislumbrar sua tarde mansa
Fomos o viajante que não implora, que não reza
Que não chora, que se faz morrer
Vai!!!
Não compreendes que te estás a matar.
Não percebes que te estou a ligar.
Vai!!!
Não me beijes que estou a chorar
E gostava de não te chorar mais.
Não vês.
É melhor do que a minha dor
Fique deitado com o seu amor
Livrado do meu amor final
Vai-te embora.
Não percebes que te estou a salvar.
Não compreendes que te estou a amar.
Não me sigas. Nem me ligues. Nem me beijes.
Nem chores. Não me queiras mais.
Fomos abraçados à angústia de um presságio
À noite de uma estrada sem saídas
Palidos miudezas de um naufrágio
Abalados pelas ondas do amor e da vida
Fomos empurrados em um vento desolado…
Sombras de uma sombra que tornava do passado
Fomos a esperança que não chega, que não chega
Que não pode vislumbrar sua tarde mansa
Fomos o viajante que não implora, que não reza
Que não chora, que se faz morrer