Osvaldo Pugliese — Corrientes Y Esmeralda letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Corrientes Y Esmeralda" de Osvaldo Pugliese.

Letra

Amainaron guapos junto a tus ochavas
Cuando un cajetilla los calzó de cross
Y te dieron lustre las patotas bravas
Allá por el año… novecientos dos…
Esquina porteña, tu rante canguela
Se hace una melange de caña, gin fitz
Pase inglés y monte, bacará y quiniela
Curdelas de grappa y locas de pris
El Odeón se manda la Real Academia
Rebotando en tangos el viejo Pigall
Y se juega el resto la doliente anemia
Que espera el tranvía para su arrabal
De Esmeralda al norte, del lao de Retiro
Franchutas papusas caen en la oración
A ligarse un viaje, si se pone a tiro
Gambeteando el lente que tira el botón
En tu esquina un día, Milonguita, aquella
Papirusa criolla que Linnig mentó
Llevando un atado de ropa plebeya
Al hombre tragedia tal vez encontró…
Te glosa en poemas Carlos de la Púa
Y el pobre Contursi fue tu amigo fiel…
En tu esquina rea, cualquier cacatúa
Sueña con la pinta de Carlos Gardel
Esquina porteña, este milonguero
Te ofrece su afecto más hondo y cordial
Cuando con la vida esté cero a cero
Te prometo el verso más rante y canero
Para hacer el tango que te haga inmortal

Tradução da letra

Amainaram bonitos ao lado de suas oitavas
Quando um maço os calçou do cross
E as patotas bravas deram-te brilho
Lá para o ano Nov novecentos e dois…
Esquina portenha, sua rante canguela
Faz-se uma Melange de cana, Gin fitz
Passe inglês e monte, Baccarat e quiniela
Curdelas de grappa e loucas de pris
O Odeon manda a Academia Real
Saltando em tangos o Velho Pigall
E o resto é jogado a anemia dolorosa
Que espera o bonde para seu arrabal
De Esmeralda ao norte, do lao de Retiro
Franchutas papusas caem em oração
Para ligar uma viagem, se você começar a atirar
Gambeteando a lente que puxa o botão
No teu canto um dia, Milonguita, aquela
Papirusa crioula que Linnig mentiu
Vestindo um conjunto de roupas plebeya
O homem tragédia talvez tenha encontrado…
Te glosa em poemas Carlos De La Pua
E o pobre Contursi foi o teu amigo fiel…
No teu canto rea, qualquer cacatua
Sonha com a pinta de Carlos Gardel
Esquina portenha, este milonguero
Oferece lhe o seu afeto mais profundo e cordial
Quando com a vida é zero a zero
Eu prometo a você o verso mais rico e canero
Para fazer o tango que te torne imortal