Osvaldo Laport — Proclama letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Proclama" de Osvaldo Laport.

Letra

Porque soy de esta parte del mundo

Y me asiste el derecho a soñar

Yo levanto este canto y me planto

En el centro de la dignidad



Porque tengo derecho a la vida

Porque sé que merezco un lugar

A esta tierra que siempre fue mía

Porque hoy me la quieren quitar



Soy la sangre, la raza, la historia,

Yo soy la memoria que sale a pelear

Por aquellos abuelos dormidos

Que desde la tierra sus fuerzas me dan

Porque soy esta parte del mundo

Que sueña un futuro que busca un lugar

Solo pido respeto a esta causa

Y que la balanza reparta igualdad



Mientras quede un peón en la sierra

Y una quena lastime al pasar

No habrá paz en aquella conciencia

Del que quiera mi tierra usurpar



Y podrán alambrarme los lagos

Y esos montes podrán aserrar

Pero el bravo tropel de mis sueños

No podrán enlazarlo jamás



Soy la sangre, la raza, la historia,

Yo soy la memoria que sale a pelear

Por aquellos abuelos dormidos

Que desde la tierra sus fuerzas me dan

Soy un grito que toma conciencia

No busco clemencia ni pido piedad

Solo quiero cuidar esta herencia

Que ayer mis ancestros supieron legar



Si a ese roble le cuesta mil años

A la cima del monte llegar

Nadie tiene derecho a tumbarlo

Por un simple capricho, no más.

Si esa lluvia se parte en pedazos

Por quitarle a los mares la sal

Tiene el río se vuelve agua dulce

A ese río no hay que envenenar



Soy la sangre, la raza, la historia,

Yo soy la memoria que sale a pelear

Por aquellos abuelos dormidos

Que desde la tierra sus fuerzas me dan

Yo no quiero arengar a la audiencia

No busco clemencia ni pido piedad

Solo digo tomemos conciencia

Cuidemos la herencia de la humanidad

Cuidemos la herencia de la humanidad

Cuidemos la herencia de la humanidad

Tradução da letra

Porque sou desta parte do mundo

E me assiste o direito de sonhar

Eu levanto este canto e planto me

No centro da dignidade



Porque tenho direito à vida

Porque sei que mereço um lugar

A esta terra que sempre foi minha

Porque hoje querem tirá la de mim



Eu sou o sangue, a raça, a história,

Eu sou a memória que sai para lutar

Por aqueles Avós adormecidos

Que da terra suas forças me dão

Porque sou esta parte do mundo

Que sonha um futuro que procura um lugar

Só peço respeito a esta causa

E que a balança distribua igualdade



Enquanto houver um peão na Serra

E uma quena magoa ao passar

Não haverá paz naquela consciência

Do que quiser a minha terra usurpar



E podem prender me os lagos

E esses montes poderão serrar

Mas o bravo tropel dos meus sonhos

Nunca poderão ligá lo



Eu sou o sangue, a raça, a história,

Eu sou a memória que sai para lutar

Por aqueles Avós adormecidos

Que da terra suas forças me dão

Sou um grito de consciência

Não procuro clemência nem peço Piedade

Só quero cuidar desta herança

Que ontem meus antepassados souberam legar



Se esse Carvalho custar mil anos

Para o topo do monte chegar

Ninguém tem o direito de derrubá lo

Por um simples capricho, não mais.

Se essa chuva se partir em pedaços

Por tirar o sal dos mares

Tem o rio se torna água doce

Aquele rio não tem de ser envenenado



Eu sou o sangue, a raça, a história,

Eu sou a memória que sai para lutar

Por aqueles Avós adormecidos

Que da terra suas forças me dão

Eu não quero discutir a audiência

Não procuro clemência nem peço Piedade

Só estou a dizer vamos ter consciência

Vamos cuidar da herança da humanidade

Vamos cuidar da herança da humanidade

Vamos cuidar da herança da humanidade