Osvaldo Fresedo — Ninguna letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Ninguna" de Osvaldo Fresedo.
Letra
Esta puerta se abrio para tu paso
Este piano temblo con tu canción
Esta mesa, este espejo y estos cuadros
Guardan ecos del eco de tu voz
Es tan triste vivir entre recuerdos…
Cansa tanto escuchar ese rumor
De la lluvia sutil que llora el tiempo
Sobre aquello que quiso el corazón…
No habra ninguna igual, no habra ninguna
Ninguna con tu piel y con tu voz
Tu piel, magnolia que mojo la luna
Tu voz, murmullo que entibio el amor
No habra ninguna igual
Todas murieron
Desde el momento que dijiste adios…
Cuando quiero alejarme del pasado
Es inutil, … me dice el corazón
Ese piano, esa mesa y esos cuadros
Guardan ecos del eco de tu voz
En un album azul estan los versos
Que tu ausencia cubrio de soledad
Es la triste ceniza del recuerdo
Nada más que ceniza, nada mas…
Tradução da letra
Esta porta abriu se para a tua passagem
Este piano temblo com sua música
Esta mesa, este espelho e estes quadros
Guardam ecos do eco da tua voz
É tão triste viver entre memórias…
Cansa tanto ouvir esse rumor
Da chuva sutil que chora o tempo
Sobre aquilo que o coração quis…
Não haverá nenhuma igual, não haverá nenhuma
Nenhuma com a tua pele e com a tua voz
A tua pele, magnólia que molha a lua
A tua voz, murmúrio que enterrou o amor
Não haverá nenhuma igual
Morreram todas
Desde o momento em que disseste adeus…
Quando eu quero me afastar do passado
É inútil, diz-me o coração
Aquele piano, aquela mesa e aqueles quadros
Guardam ecos do eco da tua voz
Num álbum azul estão os versos
Que a tua ausência cobriu de solidão
É a triste cinza da lembrança
Nada mais que cinzas, nada mais…