Orquesta Francini-Pontier — Dicen Que Dicen letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Dicen Que Dicen" de Orquesta Francini-Pontier.
Letra
Vení, acercáte, no tengas miedo
Que tengo el puño, ya ves, anclao
Yo sólo quiero contarte un cuento
De unos amores que he balconeao
Dicen que dicen, que era una mina
Todo ternura, como eras vos
Que jué el orgullo de un mozo taura
De fondo bueno… como era yo
Y bate el cuento
Que en un cotorro
Que era una gloria vivían los dos
Y dice el barrio que él la quería
Con la fe misma
Que puse en vos
Pero una noche
Que pa' un laburo
El taura manso
Se había ausentao
Prendida de otros
Amores perros
La mina aquella
Se le había alzao
Dicen que dicen, que desde entonces
Ardiendo de odio su corazón
El taura manso buscó a la paica
Por cielo y tierra como hice yo
Y cuando quiso, justo el destino
Que la encontrara, como ahura a vos
Trenzó sus manos en el cogote
De aquella perra… como hago yo…
Deje vecino… No llame a nadie
No tenga miedo, estoy desarmao
Yo sólo quise contarle un cuento
Pero el encono me ha traicionao…
Dicen que dicen, vecino, que era
Todo ternura la que murió…
Que jué el orgullo de un mozo taura
De fondo bueno… como era yo…
Tradução da letra
Venha, aproxime-se, não tenha medo
Que tenho o punho, vês, ancorado
Só quero contar te uma história
De uns amores que eu balconeao
Dizem que dizem que era uma mina
Toda ternura, como eras tu
Que eu jurei o orgulho de um moço taura
De fundo bem como como eu era
E bate a história
Que em um cotorro
Que era uma glória viviam os dois
E diz O bairro que ele a amava
Com a própria fé
O que pus em ti
Mas uma noite
Que pa ' um trabalho
O taura manso
Estava ausente
Ligada a outros
Amores cães
A mina aquela
Tinha se alzao
Dizem que dizem que, desde então,
Ardendo de ódio seu coração
O taura manso procurou a paica
Pelo céu e pela terra como eu fiz
E quando quis, mesmo o destino
Que a encontrasse, como a ahura a vós
Trançou as mãos na porra
Daquela cabra como como eu faço…
Deixe vizinho vecino não chame ninguém
Não tenha medo, estou desarmado
Só queria contar lhe uma história
Mas o encono traiu me…
Dizem que dizem, vizinho, que era
Toda ternura a que morreu…
Que eu jurei o orgulho de um moço taura
De fundo bem como como eu era…