Ornella Vanoni — Basta poco letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Basta poco" de Ornella Vanoni.
Letra
Gli occhi dei bambini sono foglie di cortile
Che vengono fuori quando è aprile
à la primavera che in ogni uomo vive Sempre verso nuove prospettive
Basta poco per sorridere un po'
Basta poco una fiaba, una immagine, un gioco
Per sorridere un po' basta poco
Basta poco.
Gli occhi dei bambini sono pronti per partire
Verso nuovi mondi da scoprire
Via lontano dove i sogni sono più vicini Dove arrivano solo i bambini
Basta poco per sognare un po'
Basta poco una storia, un pallone e anche un fuoco
Per sognare un po' basta poco
Basta poco.
Gli occhi dei bambini sono gli occhi del futuro
Semi di un frutto non maturo
Occhi di ciliegia indirizzati sempre avanti
Ricercando mondi un po' più grandi
Basta poco
Semina amore e raccogli un uomo Perché l'amore è universale
Un linguaggio che non ha parole
Basta poco
Gli occhi dei bambini sanno raccontare storie
Di terre lontane senza nome
Occhi che hanno visto la miseria della vita
Ne portano il peso tra le dita
Basta poco
E' l’amore il linguaggio che invoco Perché salvi il futuro dell’uomo
Perché possa arrivare lontano
Basta poco
Poco, poco, poco, poco, poco…
Tradução da letra
Os olhos das crianças são folhas de pátio
Que saem quando é Abril
É a primavera que em cada homem vive sempre em direção a novas perspectivas
Só um pouco para sorrir um pouco
Apenas um conto de fadas, uma imagem, um jogo
Para sorrir um pouco só um pouco
Já chega.
Os olhos das crianças estão prontos para partir.
Rumo a novos mundos para descobrir
Longe onde os sonhos estão mais perto onde só as crianças chegam
Só um pouco para sonhar um pouco
Apenas uma pequena história, um balão e até um fogo
Para sonhar um pouco só um pouco
Já chega.
Os olhos das crianças são os olhos do futuro
Sementes de frutos não maduros
Olhos de cereja sempre para a frente
À procura de mundos um pouco maiores
Pouco
Semear o amor e engatar um homem porque o amor é universal
Uma língua que não tem palavras
Pouco
Os olhos das crianças sabem contar histórias
De terras distantes sem nome
Olhos que viram a miséria da vida
Eles carregam o peso entre os dedos
Pouco
É amar a linguagem que invoco para salvar o futuro do homem
Para que possas ir longe
Pouco
Um pouco, um pouco, um pouco, um pouco…