Orakle — Uni aux cimes letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Uni aux cimes" de Orakle.

Letra

Domaines sacrés, imprégnez chaque pensée
Car je me dresse sur les vieilles cimes inviolées
J’ai gravi les sentiers de l'âme, la rare limpidité qui subsiste
Une ultime nature au crépuscule de l’inaltéré…
Je vous acclame! ô monuments d’une grâce indomptée
Emblèmes de l’essence
Insaisissables trésors pour les mains des traîres
Où siège la grotesque impuissance
De l’esclave enviant le maître
Derniers résistants exempts de chaînes
Puis j’ai parcouru l’horizon, où l’on dompte, où l’on s’oublie
Quand le sauvage n’enseigne plus la grande harmonie
Et quand dans leur propre négation
Tant d’aveugles se joignent au crime contre la source
Nature! mon unité…
Qu’attend ce qui gronde pour se libérer
Et détruire ce poison en notre survie injecté?
Un orage de passion, convié sur les faces craintives
Laissant à l’abri les reflets de ce qui me porte au sublime
Ma substance, révélée, mais dans l’amertume et les maux
Que les spectres vacants ne planent jamais si haut
Domaines sacrés, aspirez (inspirez) ma divinité
Dans l’ivresse d’une grande et antique unité

Tradução da letra

Áreas sagradas, permeia todos os pensamentos
Pois eu estou sobre os velhos tops imaculados
Subi os caminhos da alma, a rara clareza que resta
Uma natureza Última no crepúsculo do inalterado…
Eu animei-te! O monumentos de graça indomável
Emblemas de gasolina
Tesouros fugazes para as mãos de traidores
Onde está a grotesca impotência
Do escravo invejando o mestre
Últimas cadeias pesadas livres
Depois caminhei pelo horizonte, onde domesticamos, onde nos esquecemos
Quando o selvagem já não ensina a grande harmonia
E quando na sua própria negação
Tantos cegos se unem ao crime contra a fonte
Natureza! a minha unidade…
O que espera o que repreende para se libertar
E destruir esse veneno na nossa sobrevivência injetada?
Uma tempestade de paixão, convidada em rostos temerosos
Deixando abrigados os reflexos do que me traz ao sublime
Minha substância, revelada, mas na amargura e nos males
Que os espectros vazios nunca subam tão alto
Domínios sagrados, aspire (inspire) a minha divindade
Na embriaguez de uma grande e antiga unidade