Opeth — When letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "When" de Opeth.
Letra
Red sun rising somewhere through the dense fog.
The portrait of the jaded dawn who had seen it all before.
This day wept on my shoulders.
Still the same as yesterday.
This path seems endless, body is numb.
The soul has lost its flame.
Walking in familiar traces to find my way back home.
So there I was.
Within the sobriety of the immortals.
A semblance of supernatural winds passing through.
The garden sighs, flowers die.
The gate was closed that day, but I was bound to carry on.
She could not see me through the windows.
In dismay, strangest twist upon her lips.
Graven face, she said my name.
Once inside I heard whispers in the parlour.
The gilded faces grin, aware of my final demise.
And I cried, I knew she had lied.
Her obsession had died, it had died.
When can I take you from this place?
When is the word but a sigh?
When is death our lone beholder?
When do we walk the final steps?
When can we scream instead of whisper?
When is the new beginning,
the end of this sad MADRIGAL.
Tradução da letra
Sol vermelho a nascer algures através da densa neblina.
O retrato do amanhecer cansado que já tinha visto tudo antes.
Este dia chorou nos meus ombros.
Continua igual a ontem.
Este caminho parece infinito, o corpo está dormente.
A alma perdeu a chama.
Andar em traços familiares para encontrar o caminho de volta para casa.
Então lá estava eu.
Dentro da sobriedade dos imortais.
Uma aparência de ventos sobrenaturais que passam.
O jardim suspira, as flores morrem.
O portão estava fechado naquele dia, mas eu estava destinado a continuar.
Ela não conseguia ver-me pelas janelas.
Consternada, estranha torção nos lábios.
Cara de graveto, ela disse o meu nome.
Uma vez lá dentro ouvi sussurros na sala de estar.
Os rostos dourados sorriem, conscientes da minha morte final.
E chorei, sabia que ela tinha mentido.
A obsessão dela tinha morrido, tinha morrido.
Quando posso levar-te daqui?
Quando é que a palavra é apenas um suspiro?
Quando é que a morte é a nossa única observadora?
Quando é que damos os passos finais?
Quando podemos gritar em vez de sussurrar?
Quando é o novo começo,
o fim deste triste MADRIGAL.