Only Crime — Everything For You letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Everything For You" de Only Crime.
Letra
Right now like a step outside
My heart beats genocide
Tearing out all the crippled walls
Drawing fire from the mortal flaws
To take it in on the chin, don’t want to face it
We generate our debate to try to place it
Fear the eyes of the blind and the fallen
We cauterize as the dream comes crashing down
And like a poison will coerce you
To the very brink of salient pathologies
Your own disease
And with the whole wide world against you
Is it any wonder that it brings you to your knees?
Make war on the fractured climes
Where the infirmed all run on time
I’ve cried for much less than you
And taken all your pain
Just like a lie you want to throw in the fire
That’s how it feels to be exposed as a liar
You fall in line when there’s nothing real
It takes hold of everything you feel
Your fear surrounds my soul
Your fear creates my light
Your words are not my life
No time to get it right
Your words are not my life
No time, gotta live but there’s no
Time will take me down, it breaks me
Drowning in civility and losses justified
Words like tokens, eyes wide open
Staring down the epitaphs of virtue long denied
Tradução da letra
Agora como um passo lá fora
O meu coração bate o genocídio
Arrancando todas as paredes aleijadas
Atraindo o fogo das falhas mortais
Para o enfrentar no queixo, não quero enfrentá-lo.
Geramos o nosso debate para tentar colocá-lo
Temei os olhos dos cegos e dos caídos
Cauterizamos à medida que o sonho desaba
E como um veneno te coagirá
À beira de patologias salientes
A sua própria doença
E com todo o mundo contra ti
É de admirar que te ponha de joelhos?
Fazer guerra aos climas fracturados
Onde os enfermos correm a tempo
Chorei por muito menos do que tu.
E levou toda a tua dor
Tal como uma mentira que queres atirar para o fogo
É assim que se sente ao ser exposto como um mentiroso.
Você cai na linha quando não há nada real
Toma conta de tudo o que sentes
O teu medo rodeia a minha alma
O teu medo cria a minha luz
As tuas palavras não são a minha vida.
Não há tempo para acertar
As tuas palavras não são a minha vida.
Não há tempo, tenho de viver mas não há
O tempo vai derrubar-me, parte-me
Afogamento em civilidade e perdas justificadas
Palavras como sinais, olhos bem abertos
Olhando para os epitáfios da virtude há muito negados