Omar Garcia — De Todo Un Poco letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "De Todo Un Poco" de Omar Garcia.

Letra

Hábleme de todo un poco pero con poco miedo
Con pocos pelos en la lengua, sin mucho enredo
Hable de todo un poco pero con mucho enfoque
Y mucha boca pa decirlo todo sin tanto retoque
De todo un poco, con poca hipocresía
Sin tanta distorsión con poca fantasía
Que yo hablaré de todo un poco, ¿quién es el delincuente?
Denme por loco si quieres pero hablar es urgente
Vamos hablar de todo un poco, sin tropezar
Con la magia palabrera que todo sabe endulzar
Se dice niño muerto no es daño colateral
No es globalización se llama expansión imperial
No es horario extendido, es explotación laboral
No es herramienta de investigación es tortura corporal
No es incursión es intrusión o invasión
No es libertad es conquista o colonización
No es insurgencia es defensa
No es rebeldía es conciencia
No es terrorista el que piensa
Por algo se comienza, háblenme claro
Yo sé que abrir la boca y preguntar es algo raro
Pero escuchar te está costando caro
Hábleme de todo un poco pero con poco miedo
Con pocos pelos en la lengua, sin mucho enredo
Hable de todo un poco pero con mucho enfoque
Y mucha boca pa decirlo todo sin tanto retoque
De todo un poco, con poca hipocresía
Sin tanta distorsión con poca fantasía
Que yo hablaré de todo un poco, ¿quién es el delincuente?
Denme por loco si quieres pero hablar es urgente
Mejor díganme que todo es mentira nada real
Como el voto que si en verdad provocará un cambio sería ilegal
Como la paz y su consejo global
El de las cinco naciones con el mayor arsenal
Las que a bombazo construyen su economía nacional
Díganme ¿Quién las procesa? ¿En qué tribunal?
No hay que ser un genio para sospechar que aquí algo anda mal
Si los más guerrilleros son los jueces, entonces, ¿Quién es el criminal?
Vamos a hablar de lo que no se supo ¿Porque tan pocos con tantos millones?
¿Porque tantos millones mueren de hambre en casi todas las naciones?
¿Y a donde van mis contribuciones?
¿Cuántos misiles nacen de mis inversiones?
¿Y pa' que las elecciones?
Si aquí gobiernan un par de corporaciones
Que el voto no sea una mentira. El voto aquí es votar PIP y ponernos unos
contra otros. Rafael Cancel Miranda
Hábleme de todo un poco pero con poco miedo
Con pocos pelos en la lengua, sin mucho enredo
Hable de todo un poco pero con mucho enfoque
Y mucha boca pa decirlo todo sin tanto retoque
De todo un poco, con poca hipocresía
Sin tanta distorsión con poca fantasía
Que yo hablaré de todo un poco, ¿quién es el delincuente?
Denme por loco si quieres pero hablar es urgente
Díganme cómo es que un par de ejecutivos norteamericanos
En sus bolsillos tienen más que el continente africano
¿Cómo es que la producción del hombre afgano
Rompió todas las marcas desde que Bush metió la mano?
Dime como es que un solo blanco de cada diez que han criminalizado por su
adicción. Si es al revés por cada diez adictos ocho son blancos
La brecha por color de piel sigue siendo el mismo barranco
Y todavía nos aterran con el espectro lediano
Y operan bajo el ideal adriano
Será que sangre pobre es al sistema norteamericano
Lo que la indígena es al Vaticano
Pero hay que votar para protestar
Y tributar para respirar, hay que gastar, refinanciar
No hay pa pagar pero hay pa prestar
Comienza a apestar, me da malestar
Me voy para el bar para no pensar
Si me trago el mar podrá hacer olvidar
Que tú sólo me hablas de cómo hacerte engordar
Hábleme de todo un poco pero con poco miedo
Con pocos pelos en la lengua, sin mucho enredo
Hable de todo un poco pero con mucho enfoque
Y mucha boca pa decirlo todo sin tanto retoque
De todo un poco, con poca hipocresía
Sin tanta distorsión con poca fantasía
Que yo hablaré de todo un poco, ¿quién es el delincuente?
Denme por loco si quieres pero hablar es urgente
Milagro que no dijeron que Dios andaba con ellos y los ilumino, es lo único que
faltaba. Rafael Cancel Miranda

Tradução da letra

Fale me de tudo um pouco mas com pouco medo
Com poucos cabelos na língua, sem muito emaranhado
Fale sobre tudo um pouco mas com muito foco
E muita boca Pa dizer tudo sem tanto retoque
De tudo um pouco, com pouca hipocrisia
Sem tanta distorção com pouca fantasia
Que eu falarei de tudo um pouco, quem é o criminoso?
Dêem me por louco se quiserem mas falar é urgente
Vamos falar sobre tudo um pouco, sem tropeçar
Com a palavra mágica que tudo sabe adoçar
Diz se criança morta não é dano colateral
Não é globalização é chamado de expansão imperial
Não é horário estendido, é exploração laboral
Não é ferramenta de investigação é tortura corporal
Não é invasão é invasão ou invasão
Não é liberdade é conquista ou colonização
Não é insurgência é defesa
Não é rebeldia, é consciência
Não é terrorista quem pensa
Por alguma coisa se começa, falem-me claro
Eu sei que abrir a boca e perguntar é algo estranho
Mas ouvir está custando caro
Fale me de tudo um pouco mas com pouco medo
Com poucos cabelos na língua, sem muito emaranhado
Fale sobre tudo um pouco mas com muito foco
E muita boca Pa dizer tudo sem tanto retoque
De tudo um pouco, com pouca hipocrisia
Sem tanta distorção com pouca fantasia
Que eu falarei de tudo um pouco, quem é o criminoso?
Dêem me por louco se quiserem mas falar é urgente
É melhor dizerem me que tudo é mentira nada real
Como o voto que se na verdade provocará uma mudança seria ilegal
Como a paz e seu Conselho global
O das cinco nações com o maior arsenal
As que a bombazo constroem sua economia nacional
Digam-me quem as processa? Em que tribunal?
Não é preciso ser um génio para suspeitar que há algo de errado aqui
Se os mais guerrilheiros são os juízes, então quem é o criminoso?
Vamos falar sobre o que não se soube Porque tão poucos com tantos milhões?
Porque tantos milhões morrem de fome em quase todas as nações?
E para onde vão as minhas contribuições?
Quantos mísseis nascem dos meus investimentos?
E quanto às eleições?
Se aqui governam um par de corporações
Que o voto não seja uma mentira. O voto aqui é votar PIP e colocar-nos uns aos outros
contra outros. Rafael Cancel Miranda
Fale me de tudo um pouco mas com pouco medo
Com poucos cabelos na língua, sem muito emaranhado
Fale sobre tudo um pouco mas com muito foco
E muita boca Pa dizer tudo sem tanto retoque
De tudo um pouco, com pouca hipocrisia
Sem tanta distorção com pouca fantasia
Que eu falarei de tudo um pouco, quem é o criminoso?
Dêem me por louco se quiserem mas falar é urgente
Digam me como é que um par de executivos americanos
Em seus bolsos eles têm mais do que o continente africano
Como é que a produção do homem afegão
Partiu todas as marcas desde que o Bush apertou a mão?
Diga me como é que um único alvo em cada dez que criminalizaram por sua
vício. Se é o contrário para cada dez viciados oito são brancos
A diferença por cor da pele permanece a mesma ravina
E ainda nos assustam com o espectro lediano
E eles operam sob o ideal adriano
Será Que sangue pobre é o sistema americano
O que a indígena é para o Vaticano
Mas temos de votar para protestar
E tributar para respirar, você tem que gastar, refinanciar
Não há Pa pagar mas há Pa emprestar
Começa a cheirar mal, dá-me desconforto
Vou para o bar para não pensar
Se eu engolir o mar poderá fazer esquecer
Que você só me fala de como te fazer engordar
Fale me de tudo um pouco mas com pouco medo
Com poucos cabelos na língua, sem muito emaranhado
Fale sobre tudo um pouco mas com muito foco
E muita boca Pa dizer tudo sem tanto retoque
De tudo um pouco, com pouca hipocrisia
Sem tanta distorção com pouca fantasia
Que eu falarei de tudo um pouco, quem é o criminoso?
Dêem me por louco se quiserem mas falar é urgente
Milagre que eles não disseram que Deus estava andando com eles e iluminá-los, é a única coisa que
faltava. Rafael Cancel Miranda