Ojos De Brujo — Correveidile letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Correveidile" de Ojos De Brujo.
Letra
Tierra de olvido, ruleta imposible
el tiempo sigue apagando candela
quien quiere hoy ya mirarse a los ojos
quien quiere hoy descubrir las estrellas.
En el reloj las horas plegan alas
van las mujeres vestías de pena
mirada en luto gritándole al mundo
que venga paz y que paren las guerras.
Corre ve y dile, corre ve y dile
Corre ve y dile, que el arma la tengo yo.
Corre y dile, corre ve y dile
Corre y dile, que el arma la he enterrao yo.
Loca esperanza vela en cada esquina
tropas de angustia atacando al gigante
que bombardea rincones queridos
y desvanece la luz cada instante.
Cual poseídas tejen las mujeres
con hilo negro y adornos de encaje
tapiz de un niño que inocente ríe
entre granadas y ríos de sangre.
Corre ve y dile, corre ve y dile
Corre ve y dile, que el arma la tengo yo.
Corre y dile, corre ve y dile
Corre y dile, que el arma la he enterrao yo.
Que son dos días y otoños pasando, dice el carcelero
más hijos perdíos, paciencias vencías y rotos anhelos
de esperar que esta historia cambiara su final
y otras luces quedaran esta vez sin apagar
verdes vuelos, banderas que se niegan a hondear
insumisas, descaradas
plantan cara a la patria y al mismo general
no están solas, la historia acompaña su verdad
no vale la pena, ninguna pena
Corre ve y dile, corre ve y dile
Corre ve y dile, que el arma la tengo yo.
Corre y dile, corre ve y dile
Corre y dile, que el arma la he enterrao yo.
Pecho herido, esclavas de la entrega y el amor
recolectando ilusiones… siempre libre
Tradução da letra
Terra do esquecimento, roleta impossível
o tempo continua a apagar candela
quem quer hoje já se olhar nos olhos
quem quer hoje descobrir as estrelas.
No relógio as horas dobram as asas
vão as mulheres vestias de pena
olhar em luto gritando com o mundo
que venha paz e que parem as guerras.
Corre vai e diz-lhe, corre vai e diz-lhe
Corre, vai e diz-lhe, que eu tenho a arma.
Corre e diz-lhe, corre vai e diz-lhe
Corre e diz-lhe que a arma foi enterrada por mim.
Louco esperança vela em cada esquina
tropas de angústia atacando o gigante
que bombardeia cantos queridos
e a luz desaparece a cada instante.
Que possuídas tecem mulheres
com fio preto e guarnição do laço
tapeçaria de uma criança que inocente ri
entre granadas e rios de sangue.
Corre vai e diz-lhe, corre vai e diz-lhe
Corre, vai e diz-lhe, que eu tenho a arma.
Corre e diz-lhe, corre vai e diz-lhe
Corre e diz-lhe que a arma foi enterrada por mim.
Que são dois dias e Outonos passando, diz o carcereiro
mais filhos perdei-vos, paciências vencestes e quebrados anseios
de esperar que esta história mudasse o seu fim
e outras luzes ficarão desta vez sem desligar
voos verdes, bandeiras que se recusam a mergulhar
insumisas, atrevidas
eles enfrentam a pátria e o próprio general
não estão sozinhas, a história acompanha a sua verdade
não vale a pena, nenhuma pena
Corre vai e diz-lhe, corre vai e diz-lhe
Corre, vai e diz-lhe, que eu tenho a arma.
Corre e diz-lhe, corre vai e diz-lhe
Corre e diz-lhe que a arma foi enterrada por mim.
Peito ferido, escravas de entrega e amor
coletando ilusões siempre sempre livre