Ojos De Brujo — Correveidile (con Chano Dominguez) letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Correveidile (con Chano Dominguez)" de Ojos De Brujo.

Letra

Tierra de olvido, ruleta imposible
El tiempo sigue apagando candela
Quién quiere hoy ya mirarse a los ojos
Quién quiere hoy descubrir las estrellas
En el reloj las horas plegan alas
Van las mujeres vestidas de pena
Miran el luto gritándole al mundo
Que venga paz y que paren las guerras
Corre ve y dile, corre ve y dile
Vete corre y dile que el arma la tengo yo
Corre y dile, corre ve y dile
Vete corre y dile que el arma la he enterrado yo
Loca esperanza vela en cada esquina
Tropas de angustia atacando al gigante
Que bombardea rincones queridos
Y desvanece la luz cada instante
Cual poseídas tejen las mujeres
Con hilo negro y adornos de encaje
Lápiz de un niño que inocente ríe
Entre granadas y ríos de sangre
Qué son dos días y otoños pasando, dice el carcelero
Más hijos perdidos, paciencia vencidas y rotos anhelos
De esperar, que esta historia cambiara su final
Y otras luces, quedaran esta vez sin apagar
Verdes vuelos, banderas que se niegan a hondear
Insumisas, descaradas
Plantan cara a la patria y al mismo general
No están solas, la historia acompaña su verdad
No vale la pena, tanta pena, ninguna pena
Corre ve y dile, corre ve y dile
Vete corre y dile que el arma la tengo yo
Corre y dile, corre ve y dile
Vete corre y dile que el arma la he enterrado yo
Pecho herido, esclavas de la entrega y el amor
Recolectando ilusiones… siempre libre

Tradução da letra

Terra do esquecimento, roleta impossível
O tempo continua a apagar candela
Quem quer hoje já se olhar nos olhos
Quem quer hoje descobrir as estrelas
No relógio as horas dobram as asas
Vão as mulheres vestidas de pena
Eles olham para o luto gritando com o mundo
Que venha paz e que parem as guerras
Corre vai e diz-lhe, corre vai e diz-lhe
Vai corre e diz lhe que eu tenho a arma
Corre e diz-lhe, corre vai e diz-lhe
Vai corre e diz lhe que eu enterrei a arma
Louco esperança vela em cada esquina
Tropas de angústia atacando o gigante
Que bombardeia cantos queridos
E a luz desaparece a cada instante
Que possuídas tecem mulheres
Com fio preto e guarnição do laço
Lápis de uma criança que inocente ri
Entre granadas e rios de sangue
O que são dois dias e outonos acontecendo, diz o carcereiro
Mais filhos perdidos, paciência vencida e saudade quebrada
De esperar, que esta história mudasse seu final
E outras luzes, ficarão desta vez sem desligar
Voos Verdes, bandeiras que se recusam a mergulhar
Insumisas, atrevidas
Eles enfrentam a pátria e o próprio general
Não estão sozinhas, a história acompanha a sua verdade
Não vale a pena, tanta pena, nenhuma pena
Corre vai e diz-lhe, corre vai e diz-lhe
Vai corre e diz lhe que eu tenho a arma
Corre e diz-lhe, corre vai e diz-lhe
Vai corre e diz lhe que eu enterrei a arma
Peito ferido, escravas de entrega e amor
Coletando ilusões siempre sempre livre