Norma Jean — Hive Minds letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Hive Minds" de Norma Jean.
Letra
A vine in the cracks of a life’s work
Shifting and flowing up To find purpose under the sun
A moment of reprieve for the art born from the dirt that’ll tear it all down
You can’t fault the natural order of things.
Someday these bones will be dust beneath a sprawling city of human achievement,
Flowing up for a place under the sun.
Do you see it now?
The gold on your back weighing you down?
Pride is a cancer born from the cracks and crawling skyward.
I have been you. The shell on the street corner with change hungry hands.
A sunset car ride with a bottle of meds, or is it the canopy and rooftops?
A burst of soft color and a haze on your limbs?
Do you see it now?
The vines will come for you.
They always do. They came for me too. Gravity may not be a law.
But all things will find ground.
And we all know it exists.
Laid out under the orange red.
Sun showers in your head on the palms soaked rooftops you’ll never find.
Begging for death from the cancer of pride.
On that empty street corner I’ll keep walking.
I will leave you behind.
Tradução da letra
Uma videira nas rachaduras do trabalho de uma vida
Mudando e fluindo para cima para encontrar propósito sob o sol
Um momento de alívio para a arte nascida da sujidade que vai deitar tudo abaixo
Não podes culpar a ordem natural das coisas.
Um dia estes ossos serão pó sob uma cidade dispersa de realização humana.,
Fluindo para um lugar debaixo do sol.
Estás a vê-lo agora?
O ouro nas tuas costas a pesar-te?
O orgulho é um cancro nascido das rachaduras e rastejando para o céu.
Já fui como tu. A concha na esquina da rua com as mãos famintas.
Uma viagem de carro ao pôr-do-sol com uma garrafa de medicamentos, ou é a cobertura e os telhados?
Uma explosão de cor suave e uma névoa nos teus membros?
Estás a vê-lo agora?
As vinhas virão atrás de ti.
Fazem-no sempre. Eles também vieram por mim. A gravidade pode não ser uma lei.
Mas todas as coisas vão encontrar terreno.
E todos sabemos que existe.
Deitado debaixo do vermelho laranja.
Banhos de sol na tua cabeça nas palmas das mãos, telhados ensopados que nunca encontrarás.
A implorar pela morte do cancro do orgulho.
Naquela esquina vazia vou continuar a andar.
Vou deixar-te para trás.