Night In Gales — The Tides Of November letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "The Tides Of November" de Night In Gales.
Letra
The heralds of starfall, they’ve known it for long
The woundwalker’s footprints, all faded and gone
On the shores of nihil, there’s no sand but in our eves
Still we cry
The tides of November, they rise and they fall
Drowning the last of ewers, once and for all
In this blackwatergrave we all shall crawl
This stormchild empire was built of fog and sand
Now it has finally cone to meet it’s watery end
The sands of these scabbed shores, now rubbed into our eyes
Tis fog’s drowning all but our prayers and cries
Still we cry a filthfinger finale for those about to die
One more wave, one more breath
One more wave, one more breath
One more surge, one more death
No god there to calm the seas
But we drown with gratefulness and ease
One more wave, one more surge
The hungry black must feed it’s urge
Abandon your lives to the waves
Now let’s drink up our graves
One more wave, one more breath
The tides of November, the tides of death
Tradução da letra
Os arautos de starfall, conhecem-no há muito tempo.
As pegadas do roundwalker, todas desbotadas e desaparecidas
Nas margens de nihil, não há areia a não ser nas nossas eves.
Ainda choramos
As marés de novembro erguem - se e caem.
Afogando o último ewers, de uma vez por todas
Neste blackwatergrave todos nós rastejaremos
Este império stormchild foi construído de nevoeiro e areia.
Agora tem finalmente cone para conhecer é o fim aguado
As areias destas margens sardas, agora esfregadas nos nossos olhos
O nevoeiro está a afogar-se tudo menos as nossas orações e gritos
Ainda assim choramos um final de filthfinger para aqueles prestes a morrer
Mais uma onda, mais uma respiração
Mais uma onda, mais uma respiração
Mais uma vaga, mais uma morte
Não há Deus lá para acalmar os mares
Mas afogamo-nos com gratidão e facilidade
Mais uma onda, mais uma onda
O negro faminto deve alimentar a sua vontade
Abandonem as vossas vidas às ondas
Agora vamos beber os nossos túmulos
Mais uma onda, mais uma respiração
As marés de novembro, as marés da morte