Nicolas Peyrac — J'voudrais pas qu'on s'abîme letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "J'voudrais pas qu'on s'abîme" de Nicolas Peyrac.

Letra

Lumière inachevée sur nos mains presque jointes
Ici la fin du monde s’est posée y a longtemps
Et les ombres humaines en deviennent étranges
À nos visages entremèlés
Symphonie des enfants qui parlent leur langage
Et se disent je t’aime sans qu’on n’en sache rien
Pirogues fatiguées que troublent les embruns
Quand la marée s'éveille aux heures de fin du jour
J’voudrais pas qu’on se quitte j’voudrais pas qu’on s’abime
J’existerais sans moi si j’existais sans l’autre
Et l’autre c’est toi
J’voudrais qu’on se sourie à chaque anniversaire
Et qu’on s’appelle encore même du bout de la terre
La terre
Comme ça pour rien
Février souviens toi c'était le bout du monde
Le temps à sa fenêtre nous regardait passer
Que faisais tu avant tu l’avais oublié
Et j’oubliais aussi qu’on m’attendait ailleurs
J’voudrais pas qu’on se quitte j’voudrais pas qu’on s’abime
J’existerais sans moi si j’existais sans l’autre
Et l’autre c’est toi
J’voudrais qu’on se sourie à chaque anniversaire
Et qu’on s’appelle encore même du bout de la terre
La terre
Comme ça
Je voudrais dans cent ans qu’on aie peur de se perdre
Et qu’on soit orphelin si l’autre a de la peine
Des larmes des pleurs
Qu’on puisse tout quitter pour tout pouvoir refaire
Et qu’on s’offre des fleurs sans raison pour le faire
Le faire
Comme ça pour rien

Tradução da letra

Luz inacabada nas nossas mãos quase Unidas
Aqui o fim do mundo surgiu há muito tempo
E as sombras humanas tornam-se estranhas
Aos nossos rostos entrelaçados
Sinfonia de crianças que falam a sua língua
E dizem que te amo sem saber nada.
Dugouts cansados que são perturbados por spray
Quando a maré acorda no fim do dia
Não quero que acabemos. não quero que acabemos.
Eu existiria sem mim se existisse sem o outro
E o outro és tu.
Quero que sorrimos todos os anos
E que ainda somos chamados desde o fim da Terra
Terra
Sem mais nem menos.
Fevereiro lembre-se que foi o fim do mundo
O tempo à sua janela viu - nos passar
O que estavas a fazer antes de te esqueceres?
E também me esqueci que me esperavam noutro lugar.
Não quero que acabemos. não quero que acabemos.
Eu existiria sem mim se existisse sem o outro
E o outro és tu.
Quero que sorrimos todos os anos
E que ainda somos chamados desde o fim da Terra
Terra
Comer
Quem me dera que daqui a cem anos tivéssemos medo de nos perdermos.
E vamos ser órfãos se o outro estiver em apuros.
Lágrimas de lágrimas
Que podemos deixar tudo para refazer tudo
E que nos oferecemos Flores SEM Motivo para o fazer
Fá-lo.
Sem mais nem menos.