Native — Shirts And Skins letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Shirts And Skins" de Native.
Letra
To write with eyes painting a picture.
Our minds are tapped with finest of wires.
Our time becomes a clone of the public.
A match erases the last of fingerprints.
In cellars we’re printing while ears laced with carbon watch closely.
Our minds are tied tightly with strings held like kites.
No rescue is seen without loss of comfort.
Wind chimes warn us of northern intruders.
We can’t see land that is lost in the distance.
Wars are raging in pastures beside us.
Doorways that were once left open are closed.
Rise, take thanks for creation.
We side with those who are humble.
Nights where handshakes were fluent,
With knives we’ll study the blueprints.
Rise, take thanks for creation.
We’ll side with those who are humble.
We’ll hide our knives in cloaks made out of smirks.
We plagiarize thinking.
Rise, take bows for conception.
They’ll side with those unassuming.
We’ll breathe the air of another one’s lungs.
We’ll hinder the growing.
Words twined with spite have surfaced despite grave endeavor.
Windows give insight to our hope, not what tongues deliver.
Nights spend riding behind the wheel of travels.
Lines are magnets that hold us to shores of composure
Tradução da letra
Escrever com os olhos a pintar um quadro.
As nossas mentes estão cheias de fios.
O nosso tempo torna-se um clone do público.
Uma correspondência apaga as últimas impressões digitais.
Nas caves estamos a imprimir enquanto as orelhas estão ligadas com um relógio de carbono.
As nossas mentes estão atadas com cordas presas como papagaios.
Nenhum resgate é visto sem perda de conforto.
Os espanta-espíritos avisam-nos dos intrusos do Norte.
Não podemos ver terra perdida à distância.
As guerras estão enraivecidas nos pastos ao nosso lado.
As portas que ficaram abertas estão fechadas.
Levantem-se, agradeçam pela criação.
Estamos do lado dos humildes.
Noites em que apertos de mão eram fluentes,
Com facas estudaremos as plantas.
Levantem-se, agradeçam pela criação.
Estaremos do lado dos humildes.
Vamos esconder as nossas facas em capas feitas de sorrisos.
Plagiamos o pensamento.
Levante-se, arcos para a concepção.
Eles vão ficar do lado daqueles despretensiosos.
Vamos respirar o ar dos pulmões de outro.
Vamos impedir o crescimento.
Palavras entrelaçadas com rancor surgiram apesar do esforço grave.
As janelas dão a entender a nossa esperança, não o que as línguas entregam.
As noites passam a andar atrás do volante das viagens.
As linhas são ímanes que nos prendem a margens de compostura.