Namika — Nador letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Nador" de Namika.

Letra

Schließe die Augen, bleib kurz steh’n und atme tief ein
Es duftet nach Safran, Honiggebäck und gegrilltem Fleisch
Ein Hauch von Benzin mischt sich hinein
Der Müll in der Sonne geht ein… ich öffne die Augen
Ein paar Meter weiter zieh’n Karawanen vorbei
Ne ältere Frau in Djellaba gekleidet mustert mich scharf von der Seite
Die Farbe der Haut ist die Gleiche
Trotzdem seh' ich nicht aus wie die meisten
Zwischen den Touri-Palästen
Verstecken sich brüchige Häuserfassaden
Streunende Katzen, bettelnde Kinder, stark überfüllte Bazare
Transporter mit Schafen, klappernde Busse, brüllende Taxifahrer
Kleiner Junge der barfuß Ball spielt
Schlangenbeschwörer und Straßenmaler
Mein offenes Ohr versteht jedes Wort
Auch wenn ich hier nicht gebor’n bin
Denn die Wurzeln meines Stammbaums
Liegen tief hinter dieser Erde verborgen
Auf der Suche nach mir selbst
In den Straßen von Nado-or… Nado-o-or
Fühl mich wie zu Hause, fühle mich verlo-orn, verlo-orn…
Laternen gehen an, spaziere am Strand
Sehe mein' Schatten im Sand
Barfuß im Wasser, ein seidiger Wind begleitet die Wellen an Land
Schau in die Ferne… flatternde Flaggen, beleuchtete Berge
Vulkane die schlafen, am Dach der Welt hängen goldene Sterne
Ein älterer Mann befestigt sein Boot
Das Seil in den faltigen Händen
Ich grüß mit «Salam», er lächelt mich an Sein müdes Gesicht spricht Bände
In solchen Momenten frag ich mich
Wie’s wohl wär, hier geboren zu sein
Andere Freunde, andere Werte aber das Herz schlägt gleich…
Auf der Suche nach mir selbst
In den Straßen von Nado-or… Nado-o-or
Fühl mich wie zu Hause, fühle mich verlo-orn, verlo-orn…
Zwischen meinen Welten liegen 2.000 Meilen
Fühl mich oft zerrissen, würd Sie gerne verein'
Ich würd so gerne wissen wo ich hin gehör
In meinen Träumen fließt der Main in das Mittelmeer
Auf der Suche nach mir selbst
In den Straßen von Nado-or… Nado-o-or
Fühl mich wie zu Hause, fühle mich verlo-orn, verlo-orn…

Tradução da letra

Fecha os olhos, Levanta-te por um momento e respira fundo.
Cheira a açafrão, mel, bolos e carne grelhada.
Um toque de gasolina mistura em
O lixo ao sol entra... Abro os olhos
A poucos metros mais, uma caravana passa
Uma mulher mais velha vestida de Djellaba me reúne bruscamente do lado
A cor da pele é a mesma
No entanto, eu não me pareço com a maioria
Entre os palácios turísticos
Esconder as fachadas da casa quebradiça
Gatos vadios, crianças mendigantes, bazares superlotados
Transportador com ovelhas, autocarros barulhentos, taxista barulhento
Rapazinho a jogar à bola descalço
Encantador de serpentes e pintor de rua
O meu ouvido aberto entende cada palavra
Mesmo que eu não tenha nascido aqui
Porque as raízes da minha árvore genealógica
Esconde-te bem atrás desta terra
À minha procura
Nas ruas de Nado ou Nado-o-ou
Sinta-se em casa, sinta-se em casa, sinta - se em casa…
Lanternas vão, caminhem na praia
Vê a minha sombra na areia
Descalço na água, Um vento sedoso acompanha as ondas em terra
Olha à distância... bandeiras flutuantes, Montanhas iluminadas
Vulcões que dormem, no telhado do mundo pendem estrelas douradas
Um homem mais velho prende o barco
A corda nas mãos enrugadas
Eu saúdo com "Salam", ele sorri para mim, seu rosto cansado fala muito
Em tais momentos eu me pergunto
Como seria nascer aqui
Outros amigos, outros valores, mas o coração bate o mesmo…
À minha procura
Nas ruas de Nado ou Nado-o-ou
Sinta-se em casa, sinta-se em casa, sinta - se em casa…
Há 2.000 milhas entre os meus mundos
Sente-me rasgado muitas vezes, gostarias de dançar?
Eu adoraria saber onde pertenço
Nos meus sonhos o rio principal flui para o Mediterrâneo
À minha procura
Nas ruas de Nado ou Nado-o-ou
Sinta-se em casa, sinta-se em casa, sinta - se em casa…