Nach Scratch — Ni estabas, ni estarás letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Ni estabas, ni estarás" de Nach Scratch.
Letra
Cuando no era nada, ni nadie
Va por quien estuvo ahí, abrazándome
Cuando el tiempo pase
y mi nombre solo sea un recuerdo
Por todos los que me crucen el camino y me den calor
Ni estabas ni estarás
Dónde estabas tú cuando el dolor se pinto en ocre,
Cuando aquel profesor frustrado
me llamó mediocre,
Cuando pedí prestado hasta para un café,
En noches bohemias
Y el DHC trajo brotes de esquizofrenia
Tú no estabas allí sintiendo el hambre
En mis bolsillos cada amanecer
Cerveza y cigarrillos
mi único placer
Cuando vi aparecer sombras en el pasillo
Y sufrí insomnio discutiendo
con mi ángel, mi demonio.
Y dónde estabas tú en aquel dilema
Si la pena se estratagema
Ante problemas en cadena
Cuando cientos de poemas calmaban la fiebre
De un chaval endeble
Ahora todos quieren fotos junto al cerebre
No estabas allí, si me caí, me lastimé
Maté mi fe cuando se fue mi hermana
Cuando tumbado en mi cama soñé
que hacia milagros con un micro
Y nadie me animaba a conseguirlo.
Dime dónde estabas cuando la ansiedad me ahogaba,
Cuando cada pensamiento provocada arcadas
Y temblaba cada poro de mi piel
Sin nadie que me abrazara y me dijera
Tranquilo todo irá bien.
Tú no estuviste allí,
No viste, mi mitad triste,
Ni mis despistes
No fuiste muro contra los embistes
Del desprecio del cansancio del prejuicio
Hoy tan solo me ampara mi sacrificio.
En aquel dolor, en aquel frío,
En aquel temor, aquel vacío
En aquel amor cuando era crío
En aquella llama que se apagaba
Va por quien ofreció su hombro como almohada.
En aquel dolor, en aquel frío,
En aquel temor, aquel vacío
En aquel rencor hacia algo mío
En aquella amistad que se alejaba
Va por quien estuvo y a cambio no pidió nada.
Dónde estarás tú cuando el futuro se tiña en negro
Y lloré recordando los triunfos que hoy celebro
Creedlo es normal que no me crezca
Si me llaman dios
Cuando mi rap no les convenza me dirán adiós
Y estaré solo, mirando al pasado
Con gesto cansado
Contento y realizado
Sabiendo que lo di todo
Cuando se apaguen los focos, se cierre el telón
Cuando solo sea otro loco en mi salón
Sin inspiración
No estarás allí
No serás bálsamo del mal sabor
De mi temor al hacerme viejo
Cuando el espejo sacuda cada arruga en mi cara desnuda
Y ante las dudas tu ternura
Nunca acuda como ayuda
Dónde estarás tú
Cuando todos me olviden
Cuando no consiga darles lo que piden y se giren
Cuando sea un hombre solitario
Suplicando afecto
Y recuerde el escenario como aquel lugar perfecto.
No estarás allí
En mis horas flojas
Tampoco estas hojas
Tampoco esta fama que me sonroja
Si el tiempo me despoja de quien quiero
Espero espabilar
Y remontar certero el vuelo como un águila
Y es que a mi lado nunca has estado
Si fui atrapado, por mis fantasmas del pasado
En aquel dolor aquella espera
Ni estuviste ni estarás
Cuando nací ni cuando muera.
Cuando llegue el dolor, y llegue el frío,
Cuando llegue el temor, llegue el vacío
Y el desamor fluya en mi río
Cuando el éxito me gire la mirada
Va por quien me dé su hombro como almohada.
Cuando llegue el dolor, y llegue el frío,
Cuando llegue el temor, llegue el vacío
Y oiga el silencio del gentío
Cuando el olvido acaricie cada pisada
Va por quien esté y a cambio no pida nada.
Dicen que a través de las palabras
El dolor se hace más tangible
Que podemos mirarlo como a una criatura oscura
Tanto más ajena a nosotros
Cuando más cerca la sentimos.
Tradução da letra
Quando não era nada, nem ninguém
É por quem ele estava lá, abraçando-me
Quando o tempo passar
e o meu nome é apenas uma lembrança
Por todos os que me atravessarem o caminho e me aquecerem
Nem estavas nem estarás
Onde estavas quando a dor se pintou em ocre,
Quando aquele professor frustrado
chamou me medíocre,
Quando pedi emprestado até para um café,
Em noites boêmias
E o DHC trouxe surtos de esquizofrenia
Não estavas lá a sentir fome
Nos meus bolsos todas as manhãs
Cerveja e cigarros
o meu único prazer
Quando vi sombras aparecerem no corredor
E eu sofri insônia discutindo
com o meu anjo, o meu demónio.
E Onde estavas naquele dilema
Se a pena é estratagema
Diante de problemas em cadeia
Quando centenas de poemas acalmaram a febre
De um rapaz frágil
Agora todo mundo quer fotos ao lado do cerebre
Não estavas lá, se caí, magoei-me
Matei a minha fé quando a minha irmã se foi embora
Quando deitado na minha cama sonhei
que fazia milagres com um micro
E ninguém me encorajou a consegui-lo.
Diz me onde estavas quando a ansiedade me afogava,
Quando cada pensamento desencadeada arcadas
E tremia cada poro da minha pele
Sem ninguém que me abraçasse e me dissesse
Calma, vai correr tudo bem.
Tu não estavas lá,
Não viste, a minha metade triste,
Nem os meus despistes
Não foste parede contra os embistes
Do desprezo do cansaço do preconceito
Hoje só me ampara o meu sacrifício.
Naquela dor, naquele frio,
Naquele temor, naquele vazio
Naquele amor Quando eu era criança
Naquela chama que se apagava
Vai por quem ofereceu o ombro como almofada.
Naquela dor, naquele frio,
Naquele temor, naquele vazio
Naquele rancor em relação a algo meu
Naquela amizade que se afastava
Vai por quem esteve e, em troca, não pediu nada.
Onde você estará quando o futuro for manchado de preto
E chorei recordando os triunfos que hoje celebro
Acreditem é normal que não cresça
Se me chamarem Deus
Quando o meu rap não os convencer vão dizer adeus
E estarei sozinho, olhando para o passado
Com gesto cansado
Satisfeito e realizado
Sabendo que dei tudo
Quando os holofotes se apagarem, a cortina será fechada
Quando for Só mais um louco na minha sala
Sem inspiração
Não estarás lá
Você não será bálsamo do mau gosto
Do meu medo de envelhecer
Quando o espelho Sacode todas as rugas no meu rosto nu
E às dúvidas sua ternura
Nunca vá ajudar
Onde você estará
Quando todos me esquecerem
Quando não conseguir dar lhes o que pedem e se virem
Quando for um homem solitário
Implorando carinho
E lembre-se do cenário como aquele lugar perfeito.
Não estarás lá
Nas minhas horas fracas
Nem estas folhas
Nem esta fama que me Cora
Se o tempo me tirar de quem eu quero
Espero espantar
E seguir com precisão o vôo como uma águia
E é que ao meu lado nunca estiveste
Se fui apanhado, pelos meus fantasmas do passado
Naquela dor aquela espera
Nem estiveste nem estarás
Quando nasci ou quando morrer.
Quando a dor chegar, e o frio chegar,
Quando o medo chegar, o vazio chegará
E o desamor flua no meu rio
Quando o sucesso me virar o olhar
Vai atrás de quem me der o ombro como almofada.
Quando a dor chegar, e o frio chegar,
Quando o medo chegar, o vazio chegará
E ouça o silêncio da multidão
Quando o esquecimento acariciar cada passo
Vai atrás de quem está e em troca não peça nada.
Eles dizem que através das palavras
A dor torna-se mais tangível
Que podemos olhar para ele como uma criatura escura
Tanto mais estranha a nós
Quando mais perto a sentimos.