My Own Grave — Bloodline Broken letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Bloodline Broken" de My Own Grave.

Letra

With undying hunber, a fathomless swarm of locusts**
As one, bottomless pit of gaping mouths
Parasitical leaches scavenging, bleeding the host dry
Black vulture wings extinguish the sun
The day of reckoning awaits, I shall spare no one
Master turns slave, the butcher himself becomes food for the rats
Fields ripe with putrefaction without end, and for the dead
No casket, no funeral, no mourning and no obituary
Walk the streets of solitude paved with bodies of the dead
Fear of dying stronger than the fear of life
Refuge in the shadows a rusted monolith, forlorn amongst the ruins
Bloodline broken
These voices from beyond, gnawing the flesh from my bone
Like a million voices screaming, draining the sanity from my soul
In this sanctuary, your heaven. with morphine in your blood to keep you safe
From madness tearing, clawing at your skin from the inside
In a haze through the grates, you witness the end
Walk the streets of solitude paved with bodies of the dead
Fear of dying stronger than the fear of life
Refuge in the shadows a rusted monolith, forlorn amongst the ruins
Over cemetery fields, the last of manking
Dethrone monarch in the kingdom of the dead
In no man’s land, as despair has conquered his fear
Broken like his the bloodline is

Tradução da letra

Com o Eterno hunber, um enxame de gafanhotos sem pai**
Como um poço sem fundo de bocas abertas
Baratas parasíticas a vasculhar, a sangrar o hospedeiro até secar.
Asas de abutre Negras extinguem o sol
O dia do Juízo Final aguarda-me, não pouparei ninguém.
O mestre torna-se escravo, o próprio carniceiro torna-se Comida para os ratos.
Campos maduros com putrefacção sem fim, e para os mortos
Sem caixão, sem funeral, sem luto e sem obituário
Caminhar pelas ruas da solidão pavimentadas com corpos dos mortos
Medo de morrer mais forte do que o medo da vida
Refúgio nas sombras um monólito enferrujado entre as ruínas
Linha de sangue partida
Estas vozes do além, a roer a carne do meu osso
Como um milhão de vozes gritando, drenando a sanidade da minha alma
Neste Santuário, o teu céu. com morfina no sangue para te manter segura
Da loucura a rasgar-se, a arranhar-te a pele por dentro
Numa névoa através das grades, você testemunha o fim
Caminhar pelas ruas da solidão pavimentadas com corpos dos mortos
Medo de morrer mais forte do que o medo da vida
Refúgio nas sombras um monólito enferrujado entre as ruínas
Sobre campos de Cemitério, o último de manking
Destronar monarca no Reino dos mortos
Na terra de ninguém, como o desespero conquistou o seu medo.
Quebrada como a sua linhagem é