Movimiento Original — Consumida realidad letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Consumida realidad" de Movimiento Original.

Letra

Consumidas poblaciones cruda realidad
De esquina a esquina grises el lugar
Solo en adicciones la vida se les va
Solos contra el mundo sin ningún tipo de oportunidad
Comenzando con la decepción escolar
Sigue el problema familiar
El cuerpo tiembla las manos le sudan
La mirada perdida buscando la forma o el objeto que
Le sirva
Capaz de robar a su madre contar de entregarle a su
Cuerpo lo que necesita
Cree controlarlo dice poder dejarlo cuando lo decida
Pero el sabe que no es verdad no llegara a niuna parte
Asi como esta
Necesito apoyo pa salir de este hoyo…
Ya nada es como antes voy caminando sin destino voy…
Mirando al suelo duelo por mi yo no tengo consuelo
Mi suelo no es sendero es un paradero y yo el pasajero
El rumbo que yo espero espero voy al infierno sincero
Cuantos meses viviendo en este potrero
Lo siento madre tal vez sea mejor si me muero
Se me parte por parte el alma al pensar que te hiero
Cambie el fuego por hielo ya no me quiero me quiero
En el cielo
Adiós te quiero ojala perdonen a este pastero
Lo lamento
Por esas familias que sufren al momento de reunirse
Y sobra solamente un asiento
Rellenandolo con imágenes antiguas de felicidad
Para que no vuelva el sufrimiento
Tu alma quedo en recuerdo
Dejando a lo seres que te amaron con un dolor intenso
Y ala vez eterno
Consumidas almas que abundan
En los parques sin calma
El karma no esta pero esta
La fuerza de voluntad como el arma
A veces inevitable pero el amor como el arma
A el no lo mato la arrogancia
Lo mato la ignorancia
Consumidas poblaciones cruda realidad
En la esquina esquina gris es el lugar
Solo en adicciones la vida se les va
Solos contra el mundo sin ningún tipo de oportunidad
Comenzando con la deserción escolar
Sigue el problema familiar

Tradução da letra

Consumidas populações cru realmente
De Canto A canto cinza o lugar
Somente em vícios a vida sai deles
Sozinhos contra o mundo sem qualquer oportunidade
Começando com a decepção escolar
Siga o problema da família
O corpo treme as mãos suam
O olhar perdido procurando a forma ou o objeto que
Serve
Capaz de roubar sua mãe contar de entregá lo a ela
Corpo o que você precisa
Pensa controlá lo diz poder deixá lo quando decidir
Mas ele sabe que não é verdade ele não vai chegar a lado nenhum
Assim como esta
Preciso de apoio pa sair deste buraco…
Já nada é como antes vou andando sem destino Vou…
Olhando para o chão luto por mim Eu Não tenho consolo
Meu solo não é caminho é um paradeiro e eu o passageiro
O rumo que eu espero, espero, vou para o inferno sincero
Quantos meses vivendo neste potrero
Desculpa mãe talvez seja melhor eu morrer
Parte-se-me a alma ao pensar que te magoei
Troquei o fogo pelo gelo já não me quero
No céu
Adeus Eu quero te Oxalá perdoem este pasteiro
Lamento
Por aquelas famílias que sofrem no momento da reunião
E sobra apenas um assento
Preenchendo o com imagens antigas de felicidade
Para que o sofrimento não volte
A tua alma ficou em memória
Deixando os seres que te amaram com dor intensa
E para sempre
Consumidas almas que abundam
Nos parques sem calma
O karma não está mas está
Força de vontade como a arma
Às vezes inevitável mas o amor como a arma
Ele não é morto pela arrogância
Eu mato o a ignorância
Consumidas populações cru realmente
No canto canto cinza é o lugar
Somente em vícios a vida sai deles
Sozinhos contra o mundo sem qualquer oportunidade
Começando com o abandono escolar
Siga o problema da família