Mortuus — Tzel Maveth letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Tzel Maveth" de Mortuus.
Letra
The pendulum is set in motion
In a heart beat day has turned into night
For a second, for centuries or an aeon of being
In a fleeting state, fear wearies our hearts
Hopelessness is the water we drink
And though stained with demonic dirt
Our tears are molded in shaded existence
To be everlasting in their death
Footprints in the astral filth, sustained and saturated
In the dwelling houses of the damned
My heart is stained, it has been painted black
with fatal marks scars of damnation
Under the passage of the tower
The ravens of dispersion hover above
In the commotion of three broken shells
Baal dissolves
To form a black halo above my head
With the taste of grave soil still on my tongue
The pendulum is set in motion
And in a heartbeat I have turned into nothing
Surfacing in the unstirred void
Through a black hole in the lower sea
The fierce stream of physical death, it leaves me cold!
Rising as serpents encircling the shadow’s spine
Only the ashes can tell
A god forming or flesh for daemons
Eaters of souls, distorted ones
Will I feast upon myself, or be the devoured hereafter?
Only the ashes can tell
Were we phoenix or men
And through the black mirror I stare
At his sharp blades shining in the shadows
Preparing the slaughter
Baal dissolves
Forming a black halo above my head
Tradução da letra
O pêndulo está em movimento
Num coração bater o dia transformou-se em noite
Por um segundo, por séculos ou por um aeon de ser
Num estado fugaz, o medo agita os nossos corações
Desesperança é a água que bebemos
E embora manchada de sujidade demoníaca
Nossas lágrimas são moldadas em existência sombreada
Para serem eternos na sua morte
Pegadas na imundície astral, sustentadas e saturadas
Nas casas dos condenados
O meu coração está manchado, foi pintado de preto
com marcas fatais cicatrizes de condenação
Sob a passagem da torre
Os corvos da dispersão pairam acima
Na agitação de três conchas partidas
Dissolução do Baal
Para formar uma auréola Negra acima da minha cabeça
Com o sabor da terra ainda na minha língua
O pêndulo está em movimento
E num piscar de olhos eu transformei-me em nada
A emergir no vazio não protegido
Através de um buraco negro no fundo do mar
O fluxo feroz da morte física, deixa-me frio!
A erguer-se como serpentes a cercar a coluna da sombra
Só as cinzas podem dizer
Um Deus formando ou carne para os demónios
Comedores de almas, distorcidos
Vou banquetear-me ou ser devorado daqui em diante?
Só as cinzas podem dizer
Éramos Fénix ou homens
E através do espelho negro eu olho
Nas suas lâminas afiadas a brilhar nas sombras
Preparação do abate
Dissolução do Baal
Formando uma auréola negra por cima da minha cabeça