Monica Naranjo — Sobreviviré letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Sobreviviré" de Monica Naranjo.

Letra

Tengo el ansia de la juventud
tengo miedo, lo mismo que tú
y cada amanecer me derrumbo al ver
la pura realidad.
no hay en el mundo, no
nadie más frágil que yo.
Pelo acrílico, cuero y tacón
maquillaje hasta en el corazón
y al anochecer vuelve a florecer
lúbrica la ciudad.
no hay en el mundo, no
nadie más dura que yo.
ah, ah, ah, ah!
debo sobrevivir, mintiéndome.
Taciturna me hundí en aquel bar,
donde un ángel me dijo al entrar:
«ven y elévate como el humo azul,
no sufras más amor»
y desgarrándome
algo en mi vida cambió.
Sobreviviré,
buscaré un hogar
entre los escombros de mi soledad.
Paraíso extraño,
donde no estás tú,
y aunque duela quiero libertad
aunque me haga daño.
Ah, ah, ah, ah!
Ah, ah, ah, ah!
debo sobrevivir, mintiéndome.
Taciturna me hundí en aquel bar,
donde un ángel me dijo al entrar:
«ven y elévate como el humo azul,
no sufras más amor»
y desgarrándome
algo en mi vida cambió.
Sobreviviré,
buscaré un hogar
entre los escombros de mi soledad.
Paraíso extraño,
donde no estás tú,
y aunque duela quiero libertad
aunque me haga daño.
Ah, ah, ah, ah!
Sobreviviré,
buscaré un hogar
entre los escombros de mi soledad.
Paraíso extraño,
donde no estás tú,
aunque me haga daño.
Sobreviviré…
Sobreviviré…

Tradução da letra

Tenho o desejo da Juventude
tenho medo, tal como tu
e todas as manhãs eu desmorona quando vejo
a pura realidade.
não há, no mundo, não
ninguém mais frágil do que eu.
Cabelo acrílico, couro e salto
maquiagem até no coração
e ao anoitecer volta a florescer
lubrifica a cidade.
não há, no mundo, não
ninguém mais dura do que eu.
ah, ah,ah, ah!
tenho de sobreviver, a mentir-me.
Taciturna afundei me naquele bar,
onde um anjo me disse ao entrar:
"venha e eleve - se como a fumaça azul,
não sofras mais amor»
e a rasgar me
algo na minha vida mudou.
Vou sobreviver,
vou procurar um lar
entre os escombros da minha solidão.
Paraíso estranho,
onde não estás,
e mesmo que dói quero liberdade
mesmo que me magoe.
Ah, ah,ah, ah!
Ah, ah,ah, ah!
tenho de sobreviver, a mentir-me.
Taciturna afundei me naquele bar,
onde um anjo me disse ao entrar:
"venha e eleve - se como a fumaça azul,
não sofras mais amor»
e a rasgar me
algo na minha vida mudou.
Vou sobreviver,
vou procurar um lar
entre os escombros da minha solidão.
Paraíso estranho,
onde não estás,
e mesmo que dói quero liberdade
mesmo que me magoe.
Ah, ah,ah, ah!
Vou sobreviver,
vou procurar um lar
entre os escombros da minha solidão.
Paraíso estranho,
onde não estás,
mesmo que me magoe.
Vou sobreviver…
Vou sobreviver…