Monica Naranjo — Balada Desesperada letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Balada Desesperada" de Monica Naranjo.

Letra

Mírame, cubierta de estrellas
Tan tristes, tan bellas, cargadas de inocencia.
Mirando a la luna, tan tierna, tan muda
Y este aire que apenas puedo respirar…
Mírate, bendita miseria, revuelo de niebla
Y vas de excesos y carencias
¿No sabes que amarte fue mi inspiración?
Que olerte fue mi gran pasión
Cuanto es difícil pedirte amor…
Un beso amargo de espina y llanto, ten piedad de mí
Si no vas a sentir al menos déjame vivir
Un beso amargo, delirio en alto
¿Qué va a ser de mí si sólo sé cuidar de ti?
Que algo de luz me alumbre la razón.
Mi amor, mi todo
Bajo este inmenso manto de temor
No me ha quedado más salida
Que la de huir hacia el final de mis días
Abandonándome a la deriva de mi propia vida.
Perdóname.
¿No sabes? Que el tiempo enmudeció el dolor.
Qué pena es no querer volver
Aunque me muera
Un beso amargo de espina y llanto, ten piedad de mí
Si no vas a sentir al menos déjame vivir.
Un beso amargo, delirio en alto
¿Qué va a ser de mí si sólo sé cuidar de ti?
Que algo de luz me alumbre
Porque yo mi amor no condeno, no.
Pues la canción la hemos escrito entre tú y yo…

Tradução da letra

Olha para mim, coberta de estrelas
Tão tristes, tão bonitas, carregadas de inocência.
Olhando para a lua, tão macia, tão muda
E este ar que mal consigo respirar…
Olha para ti, abençoada miséria, agitação de nevoeiro
E você vai de excessos e carências
Não sabes que amar-te foi a minha inspiração?
Que o cheiro foi a minha grande paixão
Quanto é difícil pedir te amor…
Um beijo amargo de Espinho e choro, tenha piedade de mim
Se não vais sentir pelo menos deixa me viver
Um beijo amargo, delírio alto
O que vai ser de mim se eu só sei cuidar de ti?
Que alguma luz me alume a razão.
Meu amor, meu tudo
Sob este imenso manto de medo
Não tenho mais saída
Que a de fugir para o fim dos meus dias
Abandonando-me à deriva da minha própria vida.
Perdoa-me.
Não sabes? Que o tempo mudou a dor.
Que pena não querer voltar
Mesmo que eu morra
Um beijo amargo de Espinho e choro, tenha piedade de mim
Se não vais sentir, pelo menos deixa-me viver.
Um beijo amargo, delírio alto
O que vai ser de mim se eu só sei cuidar de ti?
Que alguma luz me alume
Porque eu, meu amor, não condeno, não.
Bem a canção foi escrita entre nós…