Miseration — Stepping Stone Agenda letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Stepping Stone Agenda" de Miseration.
Letra
Heretics pushed and shoved
Through the streets
Hunted, hated and then slain
The blasphemy of politics
Below the throne
Until there would be No scapegoat left
That wicked November
O winters gloom
Tuned from grey to red
By dying birthrights — a king
On the horizon shadows move
Jus canonicum
By religion summoned
Jus canonicum
For silver and pride
Jus canonicum — jus canonicum
Hails unto the new king
Born to the ending of others
And that spiteful past
Pointed to who were next to die
Hails unto the new king
Born to the ending of others
And that spiteful past
Pointed to who were next to die
That wicked November
O winters gloom
Tuned from grey to red
By dying birthrights — a king
On the horizon shadows move
And the rightful had their way
On the drawing board of my deeds
Will they ever forget centuries ago
I must not let you know
(…Stepping… Stone… Stepping…)
In damp air of cellars deep
Where feuds and scorn gave no sleep
For a royal crown, in hunger
Under man-made law enslaved
Tradução da letra
Hereges empurrados e empurrados
Pelas ruas
Caçados, odiados e depois mortos
A blasfémia da política
Abaixo do trono
Até que não restasse bode expiatório
Aquele novembro perverso
Ó escuridão dos invernos
Sintonizado de cinzento a vermelho
Moribundos direitos de nascença-um rei
No horizonte as sombras movem-se
Jus canonicum
Pela religião convocada
Jus canonicum
Pela prata e pelo orgulho
Jus canonicum-jus canonicum
Saudações ao novo rei
Nascido para o fim dos outros
E esse passado rancoroso
Apontando para quem estava próximo de morrer
Saudações ao novo rei
Nascido para o fim dos outros
E esse passado rancoroso
Apontando para quem estava próximo de morrer
Aquele novembro perverso
Ó escuridão dos invernos
Sintonizado de cinzento a vermelho
Moribundos direitos de nascença-um rei
No horizonte as sombras movem-se
E os legítimos tinham o seu caminho
No desenho dos meus feitos
Será que alguma vez esquecerão séculos atrás
Eu não devo deixar você saber
(...Trampolim... Trampolim ... Trampolim…)
No ar húmido de Caves profundas
Onde as rixas e o desprezo não dormiam
Por uma coroa real, em fome
Sob a lei feita pelo homem escravizada