Mimmo Locasciulli — Povero me letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Povero me" de Mimmo Locasciulli.
Letra
Cammino come un marziano, come un malato,
come un mascalzane, per le strade di Roma.
Vedo passare persone e cani e pretoriani con la sirena.
E mi va l’anima in pena, mi viene voglia di menare le mani,
mi viene voglia di cambiarmi il cognome.
Cammino da sempre sopra i pezzi di vetro,
e non ho mai capito come, ma dimmi dov' la tua mano,
dimmi dov' il tuo cuore?
Povero me! Povero me! Povero me!
Non ho nemmeno un amico qualunque per bere un caff.
Povero me! Povero me! Povero me!
Guarda che pioggia di acqua e di foglie, che povero autunno che.
Povero me! Povero me! Povero me!
Mi guardo intorno e sono tutti migliori di me.
Povero me, povero me, povero me,
guarda che pioggia di acqua e di foglie, che povero autunno che,
guarda che pioggia di acqua e di foglie, che povero autunno che.
Cammino come un dissidente, come un deragliato,
come un disertore, senza nemmneno un cappello
o un ombrello da aprire, ho il cervello in manette.
Dico cose gi dette e vedo cose gi viste,
i simpatici mi stanno antipatici, i comici mi rendono triste.
Mi fa paura il silenzio ma non sopporto il rumore,
dove sar la tua mano, dolce,
dove sar il tuo amore?
Povero me! Povero me! Povero me!
Non ho nemmeno un amico qualunque per bere un caff.
Povero me! Povero me! Povero me!
Guarda che pioggia di acqua e di foglie, che povero autunno che.
Povero me! Povero me! Povero me!
Mi guardo intorno e sono tutti migliori di me.
Povero me, povero me, povero me,
guarda che pioggia di acqua e di foglie, che povero autunno che,
guarda che pioggia di acqua e di foglie, che povero autunno che …
Tradução da letra
Ando como um marciano, como um homem doente,
como um patife, nas ruas de Roma.
Vejo pessoas, cães e pretorianos a passar com a sirene.
E eu sinto pena de mim mesmo, eu sinto vontade de acenar minhas mãos,
Quero mudar o meu apelido.
Sempre caminhei sobre os pedaços de vidro.,
e nunca percebi como, mas diz-me onde está a tua mão.,
diz - me onde está o teu coração?
Pobre de mim! Pobre de mim! Pobre de mim!
Nem sequer tenho amigos para beber um café.
Pobre de mim! Pobre de mim! Pobre de mim!
Olha para aquela chuva de água e folhas, que outono tão pobre.
Pobre de mim! Pobre de mim! Pobre de mim!
Olho à minha volta e são todos melhores do que eu.
Pobre de mim, pobre de mim, pobre de mim,
olha para aquela chuva de água e folhas, aquele outono pobre que,
olha para aquela chuva de água e folhas, que outono tão pobre.
Ando como um dissidente, como um descarrilado,
como um desertor, sem chapéu
ou um guarda-chuva para abrir, o meu cérebro está algemado.
Eu digo coisas já ditas e vejo coisas já vistas,
as pessoas simpáticas não gostam de mim, os comediantes deixam-me triste.
Tenho medo do silêncio, mas não suporto o barulho.,
onde estará a tua mão, doce,
onde estará o teu amor?
Pobre de mim! Pobre de mim! Pobre de mim!
Nem sequer tenho amigos para beber um café.
Pobre de mim! Pobre de mim! Pobre de mim!
Olha para aquela chuva de água e folhas, que outono tão pobre.
Pobre de mim! Pobre de mim! Pobre de mim!
Olho à minha volta e são todos melhores do que eu.
Pobre de mim, pobre de mim, pobre de mim,
olha para aquela chuva de água e folhas, aquele outono pobre que,
olha para aquela chuva de água e folhas, aquele outono pobre que …