Miguel Rios — Macadamize letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Macadamize" de Miguel Rios.
Letra
Si me obligarais a nombrar una mujer rara en la cama
Pondría, acaso, como ejemplo a la perversa Leonor
Sólo la excita lo textil, lo más sedoso de la gama:
Rasos, satenes, terciopelos … lo mejor de lo mejor
Es una cosa que me llena de estupor
Esa pasión por lo textil de Leonor
Que al cielo clama
Pero ¿qué hace? me diréis, dibújanos un panorama
De ningún modo quiero yo menoscabar vuestro pudor
Con el retrato de actitudes nada propias de una dama
Y que son tela marinera y un baldón sobre mi honor
Es una cosa que me llena de estupor
Lo que le gusta más de mí a Leonor
Es mi pijama
Tengo uno azul que es de moaré y al verlo su pasión se inflama:
«Quítatelo, quítatelo, que voy de vuelo, hacia el amor»
Y me lo arranca y ve mi piel, que es buena piel, que aún no es mojama
Pero desdeña mi epidermis y mi tacto y mi sabor
Es una cosa que me llena de estupor
Lo que se hace con la prenda Leonor
Y cómo brama
Yo le imploro, le suplico, llego incluso al melodrama:
«Eso mismito, házmelo a mí, algo de caso, por favor»
Pero, aplacado su furor, se pone a hacer un crucigrama
Y yo me enfrío y me resfrío y necesito un cobertor
Es una cosa que me llena de estupor
Cuando le quito aquel guiñapo a Leonor
Me lo reclama
Tiene manías cada cual, las tiene el mismo Dalai-Lama
Y está muy bien la variedad que hay en la viña del Señor
Confesaré, por no ocultaros el reverso de la trama
Que algunas veces acaricio y mimo su ropa interior
Es una cosa que me llena de estupor
¿por qué no alcanzo lo que alcanza Leonor?
Y si alcanzara lo que alcanza Leonor …
Canela en rama
Tradução da letra
Se me obrigarem a nomear uma mulher estranha na cama
Poria, porventura, como exemplo a perversa Leonor
Só a excita o têxtil, o mais sedoso da gama:
Cetim, cetim, veludo terciop o melhor dos melhores
É uma coisa que me enche de estupor
Essa paixão pelo têxtil de Leonor
Que ao céu clama
Mas o que faz? digam-me, desenhem-nos um panorama
De modo algum quero prejudicar o vosso pudor
Com o retrato de atitudes nada próprias de uma senhora
E que são pano marinho e um baldão sobre minha honra
É uma coisa que me enche de estupor
O que o Leonor mais gosta de mim
É o meu pijama
Tenho um azul que é de moaré e ao vê lo sua paixão se inflama:
"Tira-o, tira-o, que vou de voo, para o amor»
E arranca-me e vê a minha pele, que é boa pele, que ainda não é mojama
Mas desdenha minha epiderme e meu toque e sabor
É uma coisa que me enche de estupor
O que é feito com o vestuário Leonor
E como brama
Eu imploro - lhe, imploro-lhe, chego até ao melodrama:
"Isso mesmo, Faz-me a mim, um caso, por favor»
Mas, aplacado seu furor, ele começa a fazer palavras cruzadas
E eu esfriei e esfriei e preciso de um cobertor
É uma coisa que me enche de estupor
Quando tiro aquele piscadela ao Leonor
Ele está a reclamar
Tem manias cada qual, as tem o mesmo Dalai-Lama
E está muito bem a variedade que há na vinha do Senhor
Confessarei, por não vos esconder o reverso da trama
Que às vezes acaricio e mimo sua cueca
É uma coisa que me enche de estupor
por que não consigo alcançar o que Leonor alcança?
E se alcançasse o que Leonor alcança …
Canela em rama