Miguel Poveda — Como La Luna En El Agua letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Como La Luna En El Agua" de Miguel Poveda.
Letra
Al querer lo pintan ciego
Llama que va a dar en rescoldo
Ninguna pintura dice
Al querer lo pintan ciego
Llama que va a dar en rescoldo
Ninguna pintura dice
Que además de ciego es sordo
Por cuatro perras
Me dan consejos
Más baratura no cabe
No sé ni «pa» que los quiero
En la Plaza del «Mercao»
«Sentás» en sus sillas de enea
Allí pelaban los chícharos
Una tertulia de viejas
Que hacen corrillos
Con chismes de murmuraciones
Y caramelos a los chiquillos
Te juro que me voy a enmendar
Porque el que es malo y se arrepiente
Lo tienen que perdonar
No me dejes, por Dios no me dejes
No te vayas ¡Ay! No te vayas
Que me voy a «quear» temblando
Como la luna en el agua
En vilo vas a tenerme
Este querer me envenena
No sé donde voy a poner
La red donde caigas presa
Loquito me estás volviendo
Más loco me voy a volver
Que de garabatos pinto
De noche hasta en la pared
Tradução da letra
Ao querer pintam-no cego
Chama que vai dar em rescoldo
Nenhuma pintura diz
Ao querer pintam-no cego
Chama que vai dar em rescoldo
Nenhuma pintura diz
Que além de cego é surdo
Por quatro cadelas
Dão me conselhos
Mais barato não se encaixa
Eu não sei nem "pa" que eu os amo
Na Praça do " Mercao»
"Sentas" nas cadeiras da enea
Lá descascavam as ervilhas
Uma conversa de velhotas
Que fazem grilos
Com fofocas de murmurações
E doces para as crianças
Juro que vou reparar
Porque aquele que é mau e se arrepende
Têm de o perdoar
Não me deixes, por Deus não me deixes
Não vás! Não vás
Que eu vou "quear" tremendo
Como a lua na água
Em vilo vais ter me
Este querer envenena me
Não sei onde vou pôr
A rede onde você cair presa
Loquito estás a transformar me
Mais louco vou voltar
Que de rabiscos pinto
À noite até na parede