Miguel Poveda — Amor Mío Si Muero Y Tú No Mueres letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Amor Mío Si Muero Y Tú No Mueres" de Miguel Poveda.

Letra

Amor mío, si muero y tú no mueres,
amor mío, si mueres y no muero,
no demos al dolor más territorio,
no hay extensión como la que vivimos.
Polvo en el trigo, arena en las arenas,
el tiempo, el agua errante, el viento vago
nos llevó como grano navegante.
Pudimos no encontrarnos en el tiempo.
Esta pradera en que nos encontramos,
oh pequeño infinito, devolvemos.
Pero este amor, amor, no ha terminado,
y así como no tuvo nacimiento,
no tiene muerte, es como un largo río,
sólo cambia de tierras y de labios,
sólo cambia de tierras y de labios.
Amor mío, si muero y tú no mueres,
amor mío, si mueres y no muero,
no demos al dolor más territorio,
no, no hay extensión como la que vivimos.
Polvo en el trigo, arena en las arenas,
el tiempo, el agua errante, el viento vago
nos llevó como grano navegante.
Pudimos no encontrarnos en el tiempo.
Esta pradera en que nos encontramos,
oh pequeño infinito, devolvemos.
Pero este amor, amor, no ha terminado,
y así como no tuvo nacimiento,
no tiene muerte, es como un largo río,
sólo cambia de tierras y de labios,
sólo cambia de tierras y de labios,
sólo cambia de tierras y de labios,
sólo cambia de tierras y de labios.

Tradução da letra

Meu amor, Se eu morrer E tu não morreres,
meu amor, se morreres e eu não morrer,
não vamos dar à dor mais território,
não há extensão como a que vivemos.
Pó no trigo, areia nas areias,
o tempo, a água errante, o vento vago
levou-nos como grão navegador.
Podíamos não nos encontrar no tempo.
Esta pradaria em que nos encontramos,
Oh pequeno infinito, nós devolvemos.
Mas esse amor, amor, não acabou,
e assim como não teve nascimento,
não tem morte, é como um longo rio,
só muda de terra e de lábios,
só muda de terra e de lábios.
Meu amor, Se eu morrer E tu não morreres,
meu amor, se morreres e eu não morrer,
não vamos dar à dor mais território,
não, não há extensão como a que vivemos.
Pó no trigo, areia nas areias,
o tempo, a água errante, o vento vago
levou-nos como grão navegador.
Podíamos não nos encontrar no tempo.
Esta pradaria em que nos encontramos,
Oh pequeno infinito, nós devolvemos.
Mas esse amor, amor, não acabou,
e assim como não teve nascimento,
não tem morte, é como um longo rio,
só muda de terra e de lábios,
só muda de terra e de lábios,
só muda de terra e de lábios,
só muda de terra e de lábios.