Miguel Bose — Bravo Muchachos letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Bravo Muchachos" de Miguel Bose.

Letra

¡Bravo muchachos!
Bien aquí nos tenéis
Todos poetas los del ‘56 (cincuenta y seis)
De paso por un mundo en agonía
La vida es solo fantasía
Caminamos sobre un hilo en el cielo
A más de cien mil metros del asfalto
Somos puntos en lo alto
Banderas al viento de ciudad
Seguir en pié esta peor cada día
Con tantos líos, tanta hipocresía
Mira adelante que no hay nada detrás
Y no se puede regresar
Caminamos tirando del mundo
A alguno puede parecerle absurdo
Y somos la fuerza
Que mueve mareas y volcán
Yo vivo como puedo amiga mía
No sé quién soy ni sé de mí que será
Nuestro futuro ¿qué horizonte tendrá?
Sigo la estrella que me guía
Caminamos muy alto en el cielo
Apenas puedes vernos desde el suelo
Colgando del tiempo
En crisis desde una eternidad
Seremos fuertes
Luchando hasta la muerte
Venidos de un duro invierno
Directamente del infierno
Buenos chicos, buena gente
Con principios diferentes
Rabia sana, sin malicia
Rota el alma sin justicia
Medio locos, medio tristes
Pobres cristos, siempre humildes
En esta vida tan vacía
Tanta violencia, tanta envidia
Héroes y delincuentes
Buenos chicos, buena gente

Tradução da letra

Bravo, rapazes!
Bem aqui está
Todos os poetas do ' 56 (cinquenta e seis)
Passando por um mundo em agonia
A vida é apenas fantasia
Nós caminhamos em um fio no céu
Mais de cem mil metros do asfalto
Somos pontos no alto
Bandeiras ao vento da cidade
Continuar em pé está pior a cada dia
Com tanta confusão, tanta hipocrisia
Olhe para a frente que não há nada por trás
E você não pode voltar
Caminhamos puxando o mundo
Pode parecer absurdo a alguém
E nós somos a força
Que move marés e vulcão
Eu vivo Como posso minha amiga
Não sei quem sou nem sei de mim o que será
Nosso futuro que horizonte terá?
Sigo a estrela que me guia
Caminhamos muito alto no céu
Mal nos consegues ver do chão
Pendurado do tempo
Em crise desde uma eternidade
Seremos fortes
Lutando até a morte
Vindo de um inverno rigoroso
Directamente do inferno
Bons rapazes, boas pessoas
Com princípios diferentes
Raiva saudável, sem malícia
Parte a alma sem justiça
Meio loucos, meio tristes
Pobres cristos, sempre humildes
Nesta vida tão vazia
Tanta violência, tanta inveja
Heróis e criminosos
Bons rapazes, boas pessoas