Midnight Oil — Poets And Slaves letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Poets And Slaves" de Midnight Oil.

Letra

Here comes the mechanical sun
working on the bones in the dry old creek bed
mist on the old river bend yellow box hangs like it’s dead
the emerald silo is rusting from the inside.
You want to run like the wind you’ll never come here again
you want a world you can save so c’mon you poets and slaves.
Circus olympia pulls into town
the dwarf and the fat man head out for beer
there is no lion that roars to one can stand on the horse
tomorrow is a no show the fortune teller cries.
You want to go down in flames you’re gonna crash like the waves
you can’t remember your name so come on you poets and slaves.
We got everything we need sugar and beef
we got some good ideas
we got the steering wheels and rolling stock too
clouds came down low on the corn
meat ants are gathering like storms
somewhere in the quiet wild darkness a crocodile cries.
You gotta you gotta you gotta
c’mon you poets and slaves.
You got to arrest the decay you’re sinking down in the bay
you can’t remember your name c’mon you poets and slaves.
You’ve got to count what you’ve made
you’re gonna pass like the days
stop time and head for the stage.
And c’mon you poets and slaves
c’mon you poets and slaves.

Tradução da letra

Aí vem o sol mecânico
a trabalhar nos ossos do leito seco do Riacho
névoa no velho rio bend yellow box pendura como se estivesse morto
o silo Esmeralda enferruja por dentro.
Se queres correr como o vento, nunca mais voltas aqui.
se queres um mundo que podes salvar, então vamos lá, poetas e escravos.
Circus olympia chega à cidade
o anão e o gordo vão buscar cerveja.
não há nenhum leão que ruge para um pode ficar sobre o cavalo
amanhã é um não-espectáculo que a vidente chora.
Se queres ir abaixo em chamas vais cair como as ondas
não te lembras do teu nome, Por isso vamos lá, poetas e escravos.
Temos tudo o que precisamos de açúcar e carne
temos boas ideias.
também temos o volante e o material circulante.
as nuvens desceram sobre o milho
as formigas da carne estão a juntar-se como tempestades.
algures na escuridão Selvagem silenciosa, um crocodilo chora.
Tens de ter, tens de ter
vamos lá, poetas e escravos.
Tens de prender a decadência que estás a afundar-te na Baía.
não se lembram do vosso nome, poetas e escravos.
Tens de contar o que fizeste.
vais passar como os dias
pára o tempo e vai para o palco.
E vamos lá poetas e escravos
vamos lá, poetas e escravos.