Michele Zarrillo — Adesso letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Adesso" de Michele Zarrillo.
Letra
Non stupirti amica mia lontana
Se dopo una vita io ti chiamo
€ soltanto che stasera piove come quella sera
Che quel treno ti ha portato via
Ti avessi preso la mano alla stazione
Sarebbero uscite le parole
Son cresciuto pi№ cattivo
Affamato di ideali
Forse anche per non pensare a te
E piove
Piove sui cortei e la polizia
Ciclostilati sulla via
C’era quella comunione
C’era quella religione
Ora tutto morto intorno a noi
Ma adesso
Chi ci difende adesso
Con questo temporale che ci ha incontrato e perso
Adesso
Non c' pi№ niente adesso
Te lo direi che ho freddo che ho paura e che ti ho sempre amato
adesso
Quanto mi manchi adesso
Amore amore amore perch© non ce lo siamo detto
Adesso
Che non si sogna adesso
Che non si scrive pi№ sui muri
Che non si ha pi№ voglia di cambiare
All’uscita tu non eri mai da sola
Con le tue amiche intorno come dighe
Mi giuravo di avvicinarti
Chiuso in bagno a masturbarmi
Non sei mai cambiata dentro me E no
Non sto pensando a chi ti accanto
Ma non senti come sta piovendo
Ti avessi stretto
In quel portone
Invece di pensare al come
E quel tempo chi ce lo rid
Ma adesso
Chi ci difende adesso
Amore amore mio quanto tempo abbiamo perso
Adesso che tutto ormai diverso
Ed ogni fede affonda e nei giornali la vergogna
Adesso
Che fa male adesso
Io te lo giuro ti darei tutto me stesso
Adesso che non si sogna adesso
Te lo direi perch© al telefono io non parlavo mai
Tradução da letra
Não se surpreenda meu amigo distante
Se depois de uma vida te chamar
só que esta noite chove como naquela noite
Aquele comboio levou-te embora.
Eu teria pegado na tua mão na estação.
As palavras teriam saído
Cresci mais mauzão
Famintos por ideais
Talvez nem pensar em ti
E chove
Chove nas paradas e na polícia
Cicloestilatos na estrada
Havia aquela comunhão.
Havia aquela religião.
Agora todos mortos à nossa volta
Mas agora
Quem nos defende agora?
Com esta tempestade que nos encontrou e perdeu
Agora
Não há mais nenhum№ nada agora
Dir-te-ia que tenho frio, receio, e sempre te amei.
agora
O quanto sinto a tua falta agora
Amor amor amor amor porque não nos dizem
Agora
Que não sonhas agora
Que você não escreve mais№ nas paredes
Que já não queres mudar
Na saída você nunca estava sozinho
Com as tuas amigas por perto como barragens
Jurei que me aproximaria de ti.
Trancado na casa de banho a masturbar-se
Tu nunca mudaste dentro de mim e não
Não estou a pensar em quem estás ao teu lado.
Mas não sentes como está a chover
Eu ter-te-ia apertado.
Naquele portão.
Em vez de pensar em como
E aquela vez que se ri
Mas agora
Quem nos defende agora?
Amo o meu amor Quanto tempo perdemos
Agora que tudo é diferente
E toda a fé afunda e nos jornais a vergonha
Agora
Isso dói agora.
Juro que te daria tudo sozinho.
Agora que não sonhas
Eu dizia-te porque ao telefone eu nunca falava.