Metal Church — Burial at Sea letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Burial at Sea" de Metal Church.

Letra

Black scared and bleeding
From the lashes to my soul
I chose to stand my ground
Not do as i was told
Thinking like mindless sheep
These people were my friends
Now i feel abandoned
With a pain that never ends
My blood is boiling now
On this journey to no avail
On this ship of fools
We’re gonna die
Will no one listen to what i sayI saw the charts
I saw the maps
I know we’re way of course
Try to stop this captain
His twisted wicked force
We’re on a route
To certain death
To drown among the ice
I’ve got to stop this madness
Or the ship will pay the price
Holding tight the prison bars
As we drift into the mist
I can’t believe
This is happening
My guts they wrench and twist
The air is getting colder now
Sailing further north
I back down onto my knees
I cry out to the lord
In a icy wasteland
The sun begins to set
I see the frozen corpses
Of my shipmates
On the deck
I pull myself up on the rail
Make my one last prayer
Submerge myself in the depths
I drown my lifes despair

Tradução da letra

Preto assustado e a sangrar
Das pestanas à minha alma
Escolhi manter-me firme
Não faças o que me disseram.
A pensar como ovelhas sem cérebro
Estas pessoas eram minhas amigas.
Agora sinto-me abandonado
Com uma dor que nunca acaba
O meu sangue está a ferver agora.
Nesta viagem em vão
Neste navio de tolos
Vamos morrer.
Ninguém vai ouvir o que eu digo eu vi os gráficos
Eu vi os mapas.
Eu sei que estamos bem, claro.
Tente parar este Capitão.
A sua força perversa
Estamos numa rota.
Até à morte certa
Afogar-se no gelo
Tenho de parar com esta loucura.
Ou o navio pagará o preço
A segurar as grades da prisão
À medida que nos arrastamos para a névoa
Não acredito.
Isto está a acontecer.
As minhas entranhas mexem e torcem
O ar está a ficar mais frio agora.
Navegando mais para norte
De volta aos meus joelhos
Eu grito ao Senhor
Num deserto gelado
O sol começa a pôr-se
Vejo os cadáveres congelados
Dos meus companheiros de bordo
No convés
Eu puxo-me para cima no corrimão
Faz a minha última oração
Submergir-me nas profundezas
Afogo a minha vida desespero