Merzhin — Poussières letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Poussières" de Merzhin.

Letra

Bohémien sans frontière
C’est ainsi qu’on me nomme
A visage découvert
Je demande a ces hommes
Quel est mon chemin
Je demande au voyant
Il ne me répond pas
Je demande aux passants
Mais ils croisent les doigts
Et je reste la Naufragé volontaire, le nez dans la poussière
Et je reste a prier, infinie comédie
Et je reste a crier, infinie comédie
Il suffit d’un clin d’oeil a la belle étrangère
La route s'éclaire au milieu du désert
Le chemin le plus dur
Passe a travers les dunes
C’est le chemin des purs
Des écorchés a vif
Je laisse le futur
Aux coeurs naifs
La ou je suis passé
Je ne repasse plus
Ma révolte est fléchée
Loin des chemins de ronde
C’est marqué: «inconnu»
Ici commence le monde
A coté de l’ornière, aujourd’hui comme hier
Bohémien sans frontière
C’est ainsi qu’on me nomme
A visage découvert
Je recontre des hommes
Dans cet univers
J’ai vu dans la poussière
Un seul chemin
Celui nous ramène
A l'état de poussières
On s’amarre si bien
La bouteille a la main
Plus de superstitions
La loi de l’impulsion
Et je fonce devant
Comme un loup hurlant

Tradução da letra

Boémia sem fronteira
É o que me chamam.
Um rosto descoberto
Eu pergunto a estes homens
Qual é o meu caminho
Eu pergunto ao vidente
Ele não me responde.
Pergunto aos transeuntes
Mas eles cruzam os dedos
E eu continuo a ser o náufrago voluntário, nariz na poeira
E eu continuo a rezar, comédia infinita
E ainda estou a gritar, comédia sem fim
Apenas um piscar de olhos para o lindo estranho
A estrada ilumina-se no meio do deserto
Custa
Passa pelas dunas
Este é o caminho dos puros
Esfolada
Deixo o futuro
Aos corações ingénuos
Para onde fui
Não vou voltar.
A minha revolta está arruinada.
Longe dos caminhos redondos
Está marcado: "desconhecido»
Aqui começa o mundo
Ao lado da rotina, hoje como ontem
Boémia sem fronteira
É o que me chamam.
Um rosto descoberto
Encontro Homens outra vez
Neste universo
Eu vi no pó
Um
Aquele traz-nos de volta
No estado do pó
Ancorámos tão bem.
A garrafa tem a mão
Mais superstições
A lei do impulso
E eu corro à frente
Como um lobo uivante